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Flickr COMO TER A ORAÇÃO RESPONDIDA DE FORMA RÁPIDA?

Jesus disse que tudo o que pedirmos na oração, crendo, receberemos (Mt 21:22). Mas porque existem milhares de pessoas no mundo, que oram, mas quase nunca alcançam aquilo que pediram em oração?

Muitas pessoas se acomodam, inserindo seus nomes em diversas listas de orações, pedindo a todos os cristãos que conhecem para orarem por elas; mas não fazem o mais importante, que é ensinado por Jesus; Agir.

Já é comprovado cientificamente que a oração influencia muito nas nossas funções mentais, trazendo bem estar, confiança e alguns estudos apontam que a oração intensa faz o cérebro liberar uma substância chamada endorfina para todo o corpo.

A endorfina é neurotransmissor, assim como a noradrenalina, a acetilcolina e a dopamina, e é uma substância química utilizada pelos neurônios na comunicação do sistema nervoso. É uma hormona, uma substância química que, transportada pelo sangue, faz comunicação com outras células, este é o hormônio do prazer e da alegria. Sua denominação se origina das palavras "endo" (interno) e "morfina" (analgésico).

Isso explica porque Ana, que vivia angustiada e chorosa por não conseguir gerar filhos, fez uma oração intensa, se derramando no altar e, quando saiu do templo, o seu semblante já não era mais triste (1° Sm 1:18).

Não, eu não quero tirar o mérito do Espírito Santo, em dizer que é a endorfina que cura, que faz a pessoa se sentir bem e etc. O que eu quero mostrar, é que DEUS já colocou em nós a solução para os nossos problemas seculares, como o stress, depressão, dores, transtornos, medos/fobias e tantos outros. Além disso, só o Espírito Santo é capaz de nos ensinar a fazer uma oração intensa, que nos leva em espírito ao PAI (Rm 8:28).

Jesus falou da forma correta de realizar uma oração eficaz, leia:
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente (Mt 6:6).

Jesus é claro em nos ensinar, que o que deve ser visto/manifesto não são as nossas orações, e sim as nossas Ações. A oração é feita em um quarto fechado, não que seja proibido orar em público, não é isso, mas a resposta é feita publicamente por Deus.

Com certeza você já ouviu algum pregador dizer: A pessoa ora para Deus abrir uma porta de emprego, mas não distribui currículos! Este é um sermão velho, que com certeza surte grande efeito até os dias atuais. Não adianta orar e não agir.

• Não adianta fazer prolongadas orações para Deus mudar o coração do marido, se a esposa o trata mal em casa.
• Não adianta o marido orar para Deus mudar o coração da esposa, se, este continua agindo de forma errada dentro do lar.
• Não adianta orar para Deus abençoar a vida financeira, se quem ora não é dizimista e ofertante fiel.
• É inútil orar por libertação de dívidas, se a pessoa não se educa a comprar só o que consegue pagar.
• É inválido orar por saúde, e continuar se alimentando de forma exagerada e/ou indevida.
• É inútil orar para Deus promover no emprego, se o funcionário vive chegando atrasado e não faz nada além do que é esperado. Quem quer crescer e se destacar, tem que ser diferente, não basta ser de oração.
• Eu perderia meu tempo se pedisse para Deus me dá uma mensagem, se eu não me prestar o serviço de ler a bíblia e estudá-la.
Enfim, toda oração é inútil se não estiver acompanhada da Ação. E toda Ação vira ansiedade se não estiver acompanhada de boas orações. O mais inteligente é aliar as duas coisas.

Quando o general Naamã foi até a casa de Eliseu para ser curado da lepra, o profeta o mandou agir, indo se lavar no Rio Jordão. A primeira reação de Naamã foi reclamar, pois ele pensou que Eliseu iria apenas colocar a mão sobre ele, fazer uma oração e pronto. E este é o pensamento de muitos - que só a oração de algum homem de Deus, ou não - sem a ação de quem recebe a oração, mudará alguma coisa.

Naamã acabou sendo convencido por um servo a mergulhar-se no Jordão e foi curado. Mas eu lhe pergunto:
Se Naamã não fosse curado da lepra, porque não mergulhou no Jordão, a culpa seria de Eliseu?

Claro que não! Então meu querido e minha querida; não dependa somente de orações alheias, procure uma igreja da Paz e Vida mais próxima de sua casa e comece a agir pela FÉ.

Você viverá grandes resultados em sua vida.

Como ter uma oração respondida de forma rápida? Agindo na mesma velocidade!
Deus abençoe.

Recent Updated: 22 days ago - Created by CCPazeVida - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - CCPazeVida
Flickr Respondida sua pergunta?
Tags: square   squareformat   iphoneography   instagramapp   uploaded:by=instagram   

Recent Updated: 3 months ago - Created by brubordignon__ - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - brubordignon__
Flickr Agora sim, que venham as ZUEIRAS, serão respondidas a altura!!! #NaoGuentaBebeLeite
Tags: square   squareformat   iphoneography   instagramapp   uploaded:by=instagram   

Recent Updated: 3 months ago - Created by mduartec2011 - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - mduartec2011
Flickr O anjo caído - Fim
Tags: ariel   doll   o   luna   shandra   pullip   anjo   caído   vision:outdoor=0924   vision:plant=0765   
-Aonde eu estou? O que vocês querem de mim?!!
-Calmaê! Você que caiu do céu no nosso jardim. - Fui respondida por uma jovem de cabelo azul com cara de desconfiada. - Quem é você?
-Eu.. eu não sei... Mas... Na verdade... Ariel. Eu sou Ariel.

____________________
Outra historinha! Aos poucos essa conta no flickr vai sendo reconstruída. :D
Até a próxima história! o/

Recent Updated: 5 months ago - Created by ~le historinhas~ - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - ~le historinhas~
Flickr .: Um diáologo sincero, aberto, franco onde todas as perguntas são respondidas por simples cores
Tags: nuvens   ciclismo   paisagismo   estradas   vargemgrandedosul   sonyw110   aparelhofotográfico   vision:mountain=0731   vision:outdoor=093   vision:clouds=0866   vision:sky=094   estradavgsulsãoroque   
Sábado | 08.fevereiro.2014 | Volta do '8' - São João, Vargem Grande do Sul, São Roque da Fartura, Cascata, Poços via Rodovia do Contorno | São Paulo e Minas Gerais | Brasil
Recent Updated: 5 months ago - Created by Udo Frederico Nali Matiello - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Udo Frederico Nali Matiello
Flickr Cartel Alain Perdomo

Empezamos el 2014 con nuevos e interesantísimos proyectos para la Asociación. Y lo queremos hacer con fuerza, por ello para estrenar este mes de Enero, celebramos el primer taller del año.

Este taller será a cargo del director de Fotografía de cine y Fotógrafo profesional, ALAIN PERDOMO.

Dedicado especialmente al cine, fotografía publicitaria de moda, obra de autor especializado en Gótico, Fantasía y Editoriales.

Se trata de un taller de 16 horas, que se celebrará los próximos 11 y 12 de Enero.

El horario del curso será el Sabado de 9-14h y 16-20h, y el Domingo de 9-14h y 16-18h.

El plazo de inscripción comenzará el próximo Jueves 26 de diciembre, a las 12.00h

Para evitar posibles incidencias, se ruega LEER ATENTAMENTE LAS SIGUIENTES NORMAS:

- Toda inscripción recibida antes de la apertura del plazo será considerada automáticamente nula.
- Las plazas serán asignadas en riguroso orden de llegada al correo stelafotografica@gmail.com. Una vez confirmada se enviará la pertinente información de pago del mismo.
- Sólo serán válidas las inscripciones recibidas en esta dirección de correo, no siendo aceptadas peticiones vía Facebook, correos personales o vía telefónica
- Todas las inscripciones correctas serán respondidas a la mayor brevedad, independientemente de quedar dentro o fuera del taller.
- Cada inscripción deberá ser individual, no quedando admitidas varias solicitudes de plaza en el mismo correo.
- La Asociación Stelafotográfica no se hace responsable de las circunstancias personales que impidan el envío de la suscripción.
- Toda inscripción que no cumpla el pago de la misma en el plazo indicado en el correo, se considerará automáticamente nula de forma irrevocable.
- La ausencia injustificada a este taller conlleva perder el derecho a asistir al próximo que se celebre, y únicamente será reembolsado si se comunica en un plazo no inferior a cinco dias del comienzo del curso, por lo que rogamos que ante cualquier contratiempo se avise a la mayor brevedad para poder contactar con el siguiente solicitante.

stelafotografica.es/component/content/article/13-cursos/c...

Recent Updated: 7 months ago - Created by www.rafaelbalbas.es - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - www.rafaelbalbas.es
Flickr Volante de dirección---(steering wheel)
Tags: barcelona   auto   coche   antiguo   volante   clásico   mortadelo65pp   
Los volantes se utilizan en todo tipo de vehículos, desde los automóviles hasta camiones ligeros y pesados. El volante es la parte del sistema de gobierno que es manipulado por el conductor, generando acciones que son las respondidas por el resto del sistema. Esto se logra a través del contacto mecánico directo como los racks y el piñón, con o sin la ayuda de dirección asistida
-
Fuente: “El libro Gordo de Petete”
Mis fotos mas interesantes www.flickriver.com/photos/mortadelo65pp/popular-interesting/
Gracias por la visita :-) Un saludo amig@s *_*

Recent Updated: 7 months ago - Created by # RAMÓN Mortadelo # - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - # RAMÓN Mortadelo #
Flickr Cartinha recebida e ja sendo respondida.
Tags: valencia   square   squareformat   iphoneography   instagramapp   uploaded:by=instagram   vision:text=0731   vision:outdoor=0515   

Recent Updated: 8 months ago - Created by ♥ Ane - View

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Flickr Pergunta difícil de ser respondida por algumas pessoas não...
Tags: square   squareformat   iphoneography   instagramapp   uploaded:by=instagram   vision:text=0734   vision:sky=0622   vision:outdoor=0665   

Recent Updated: 8 months ago - Created by jureis1 - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - jureis1
Flickr W - Las W del periodismo
Tags: bw   byn   blancoynegro   w   jornalismo   bn   periodismo   periodistas   preguntas   perguntas   jornalista   cuestiones   periodism   periodist   familiafotera   retoabc   vision:text=07   
Inicialmente, tenía pensado otra cosa, pero no sé qué me pasa últimamente que por H o por B... al final tengo que cambiar de idea... pero es que viendo últimamente las noticias, me da la sensación que en muchos medios de comunicación, se pasan por alto estas cuestiones básicas del periodismo, que según se establece, no deben ser respondidas con "Sí o no" sino con datos contrastados. Y es que muchos medios basan su información en suposiciones y opiniones. No culpemos a los periodistas, sino a las líneas editoriales.

Si quieres ver las fotos del resto de participantes o, mejor aún, unirte al grupo y ser uno más: www.flickr.com/groups/30diasfoteros/

Recent Updated: 9 months ago - Created by Marmotuca - View

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Flickr Participantes preparan preguntas para que sean respondidas por los expositores

II Foro Mundial Ambiente Canal del Dique
Recent Updated: 10 months ago - Created by FondoAdaptación - View

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Flickr Advogados e servidores da AGU têm suas perguntas respondidas pelo Advogado-Geral da União

Foto: Wesley Mcallister/AscomAGU
Recent Updated: 11 months ago - Created by Advocacia-Geral da União - View

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Flickr Advogados e servidores da AGU têm suas perguntas respondidas pelo Advogado-Geral da União

Foto: Wesley Mcallister/AscomAGU
Recent Updated: 11 months ago - Created by Advocacia-Geral da União - View

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Flickr Advogados e servidores da AGU têm suas perguntas respondidas pelo Advogado-Geral da União

Foto: Wesley Mcallister/AscomAGU
Recent Updated: 11 months ago - Created by Advocacia-Geral da União - View

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Flickr Reflejos en el embalse/Reflections in the damming
Tags: agua   árboles   cielo   reflejos   montes   hierba   fotosineditar   
El embalse de Riaño se encuentra situado al este de la provincia de León,España. Pertenece a la cuenca del Duero, y es alimentado por el río Esla.
Las compuertas del Pantano de Riaño fueron cerradas el 31 de diciembre de 1987, y no se celebró ninguna inauguración oficial. Si bien su construcción comenzó en 1965, el retraso en su llenado se explica por un cúmulo de circunstancias sociales y políticas, y que con el paso de los años dieron lugar a protestas en contra de la culminación de las obras y del comienzo del llenado de la presa. Las mismas fueron en aumento, con manifestaciones multitudinarias, respondidas con cargas policiales para el desalojo forzoso de los residentes en los municipios afectados.

Riano Reservoir is located east of the province of León, Spain. It belongs to the Duero Basin, and is fed by the river Esla.
Swamp gates were closed Riano December 31, 1987, and did not hold any official opening. Although its construction began in 1965, the delay in filling is explained by a host of social and political circumstances, and that over the years led to protests against the completion of the works and the start of filling the dam. They were on the rise, with crowds, responded with baton charges to the forced eviction of residents in the affected municipalities.

Foto sin editar

Unedited Photo

Recent Updated: 11 months ago - Created by Miguel 63 - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Miguel 63
Flickr Embalse de Riaño II
Tags: del   para   vista   ti   embalse   fotosineditar   vision:mountain=088   
El embalse de Riaño se encuentra situado al este de la provincia de León,España. Pertenece a la cuenca del Duero, y es alimentado por el río Esla.
Las compuertas del Pantano de Riaño fueron cerradas el 31 de diciembre de 1987, y no se celebró ninguna inauguración oficial. Si bien su construcción comenzó en 1965, el retraso en su llenado se explica por un cúmulo de circunstancias sociales y políticas, y que con el paso de los años dieron lugar a protestas en contra de la culminación de las obras y del comienzo del llenado de la presa. Las mismas fueron en aumento, con manifestaciones multitudinarias, respondidas con cargas policiales para el desalojo forzoso de los residentes en los municipios afectados.

Riano Reservoir is located east of the province of León, Spain. It belongs to the Duero Basin, and is fed by the river Esla.
Swamp gates were closed Riano December 31, 1987, and did not hold any official opening. Although its construction began in 1965, the delay in filling is explained by a host of social and political circumstances, and that over the years led to protests against the completion of the works and the start of filling the dam. They were on the rise, with crowds, responded with baton charges to the forced eviction of residents in the affected municipalities.

Foto sin editar

Unedited Photo

Recent Updated: 11 months ago - Created by Miguel 63 - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Miguel 63
Flickr Escama de Dragão

Ai gente, Game of Thrones acabou!!!! Só na 4ª temporada agora....e vai demorar muito a chegar...buáááá

Fiquei meio tristinha ontem, mas aliviada de não terminar com um episódio super tenso como foi o 9º, ufa, o legal é que algumas perguntas na minha cabeça foram respondidas.

E, mudando de assunto, finalmente consegui usar esse esmalte, já tá velhinho, a embalagem descascando, e ele já está na metade, de tantas vezes que dei uma testada mas escolhia outro.
Mas hoje deu vontade e realmente amei o resultado!
O legal desses esmaltes que vem com o flocado, ou com o glitter misturado é que fica mais natural o efeito, não fica super emplastado de coisas.

Foram:
1x base vitaminada - Jade;
2x Sombra - Colorama;
2x Tango - Hits;
1x Anti-Chip top coat Insta-Dry - Sally Hansen.

Espero que gostem!

Beijos
Lari

Recent Updated: 1 year ago - Created by Too Busy to Study - View

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Flickr Ousada ou Normal?

Bem acho que a pergunta acima pode ser respondida por vocês! hehehe É que eu quase nunca uso um vermelho, então, quando uso me sinto super diferente, usando um esmalte bem incomum! Mas para todo mundo é super normal! hehehe

Esse esmalte minha mãe trouxe de sua primeira viagem internacional (e única por enquanto); os esmaltes da Revlon são tudo e mais um pouco, no início achava que o fato do pincel ser fininho atrapalharia a esmaltação, mas esse esmalte praticamente se pinta sozinho! O problema é que, como a maioria dos vermelhos, ele não foi simpático na hora de limpar os cantinhos! hehehe, mas valeu a pena o resultado.

Foram:
1x base Pró-fortalecimento - Colorama;
2x Revlon Red - Revlon;
1x Cobertura Intensificadora de Cor (o roxinho) - Colorama. (aí deu um pouco de bolinhas e resolvi passar o Seche Vite)
1x fast dry top coat - Seche Vite.

E outro fato incomum, estou com este esmalte desde quarta-feira! Até hoje sem nenhuma lasquinha...o bicho é bom hein...

Espero que gostem!

Beijos
Lari

Recent Updated: 1 year ago - Created by Too Busy to Study - View

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Flickr A VIDA NÃO É UMA PERGUNTA

"A vida não é uma pergunta a ser respondida.É um mistério a ser vi vido."
( Buda )
.

Recent Updated: 1 year ago - Created by Gloria Rimes - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Gloria Rimes
Flickr Berço de Ouro

Ai gente, hoje a descrição vai ser curta porque estou mega cansada...serio, sem condições...

Esse esmalte é bem lindo, e antigo.....coincidentemente a Hits lançou uma coleção agora há pouco só com tons de dourado/cobre, com nada de novo....a Fina Flor já tinha feito isso há muito tempo....a Hits está ficando meio previsível e enfadonha ultimamente - opinião pessoal, mas imagino que gente pense assim.

Um tico de nada ordinário para passar, já usei metálicos piores!

Foram:
1x Base Vitaminada - Jade;
3x Gabi - Fina Flor;
1x fast dry top coat - Seche Vite.

Dependendo da Luz fica super nude e discreto, ou até dourado ouro velho chique igual na foto! Curti!

Espero que gostem!

Beijos
Lari

p.s.: prometo dar uma respondida nos comentários atrasados!!!

Recent Updated: 1 year ago - Created by Too Busy to Study - View

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Flickr Cartinhas recebidas e respondidas. #correio #clubedacarta #mundodascartas #apaixonadaporcartas
Tags: square   squareformat   iphoneography   instagramapp   uploaded:by=instagram   

Recent Updated: 1 year ago - Created by Sissi Aguiar - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Sissi Aguiar
Flickr don joaquín.
Tags: chile   old   santiago   people   blackandwhite   bw   streetart   blancoynegro   downtown   f14   centro   globos   plazadearmas   personajes   sigma30mmf14   centrodesantiago   canon60d   photographyforrecreation   
La Plaza de Armas contiene esa mezcla entre pasado y presente muy típico del centro de Santiago. Intervenciones de Stgo a Mil hacen renacer este punto de encuentro, y cambian la cotidianidad del barrio. Es en ese momento en donde surgen personajes como don Joaquín, aparece al poniente entremedio de globos y juguetes, todos fabricados en China, con un silencio inquietante, observando a su alrededor a los turistas que entran y salen de la Catedral de Santiago.

Me cuenta que las ventas son bajas en estos días de calor, que los niños prefieren un helado en vez de un globo, se ríe diciendo que a veces él también. Cuenta que trabaja aquí hace 8 años, no viene todo los días y no le molesta los extranjeros que transforman esta plaza en algo cosmopolita.

El calor es sofocante, me despido con una sonrisa que es bien recibida y respondida con un tímido gesto, Don Joaquín desaparece entre las orejas de Mickey Mouse y las jirafas que adornan su carro.

Donde encontrarlo: Plaza de Armas, esquina Catedral.

Recent Updated: 1 year ago - Created by Ian Cocquerel - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Ian Cocquerel
Flickr Misterio
Tags: santafe   noche   luna   nubes   reflejo   nocturna   osho   parquegaray   diegostiefel   
"La vida es un misterio, no una pregunta. No es un rompecabezas que resolver, no es una pregunta que debe ser respondida pero es un misterio para vivir, un misterio para ser amado, un misterio para ser bailado." - Osho
Recent Updated: 1 year ago - Created by Diego ヅ - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Diego ヅ
Flickr FESTIVAL DE FLORES (Mujeres de Oración)


Estos han sido dias navideños espectaculares. La Iglesias han estado concurridas, las veladas de los colegios han estado llenas de emoción, y los eventos de navidad de empresas e instituciones privadas o fundaciones sin fin de lucro, han estado motivantes, a pesar de la voragine politica que estamos pasando.

Y es que, cuando estamos perdiendo nuestra esperanza, la fe a través de la oración es lo que nos mantiene a seguir vivos y perseverante para lo que queremos o anelamos.

Creci en un colegio católico, dirigido por monjas (sin habito), y, aunque nos llenaban de versículos y la palabra de Dios, no fue hasta un 23 de Septiembre de 1989 cuando estuve en un retiro de Evangelización de la Iglesia Catolica, donde tuve mi primer encuentro verdadero con Dios.

Desde ese momento, percibí mas lo mágica que había sido mi vida. Con altas y bajas,.. era MI VIDA, la que me habia regalado Dios, y la que yo tenia el pincel para pintar mi propio cuadro, mi propio escenario, mi propio cuento e historia.

Y desde ese momento,.. ha llovido MUCHO!!! Jajajajajaja.

Pasaron unos meses desde aquel retiro, y como siempre tuve la carita niña buena, me escogieron para trabajar en ayuda solidaria a los mas necesitados. Momento que me parecio todo un honor.
Como vengo de un padre altruista, pues me fue muy fácil aceptar. Asi conocí en otro retiro (el cual asistí ) a una joven, publicista, dinamica llamada Bienvenida Vilorio.

Bienva (como le llamaban a ella), era muy activa. Hicimos mucha química, pues ambas realizabamos trabajos comunes y llegabamos a compartir los mismos grupos.

Pasaron los meses, y comencé a notar a Bienva extraña. Siempre estaba en oración, recogida, meditando, solitaria.

No fue hasta varios meses seguidos, y preguntandole que le pasaba, hasta que me toco compartir en la misma habitación con Bienva en su ultimo retiro católico y decidió compartirme la respuesta a su duda y la decisión mas importante de su vida.

-Ingresare para ser monja- Me comenta con ojos expresivos y celestiales.

No podia creer que mi amiga Bienva tomara esa decision. No sabia si reir, o llorar, si felicitarla o si decirle “Estas loca”!!. Luego me anade:

-Me siento enamorada de Jesus, de su vida, de la religión,.. no sabia hasta ahora que siento que mi camino seria dirigido para servirle a el, para orar, para ayudar a otros.
-Lo pensaste bien?- Le pregunto, todavia anonadada.
-Demasiado bien- Me responde, mientras inclina su cabeza, mientras frota sus dedos con las cuencas de un Rosario.

Fue la ultima ves que comparti con Bienva en un retiro, hasta que, pocos dias ingreso a una casa de monjas de la caridad de manera informal, para afirmar su vocación, luego de haber renunciado de su trabajo en la publicitaria.

Pasaron varios meses largos, y cuando me llamo por teléfono, yo corrí donde ella. Pense que se habia arrepentido,… pero no fue asi, Bienva ya tenia un vestuario diferente, talvez no como las demas monjas, pero se veia que iba en camino de ser como las demas.

En ese momento si llore, y un eterno abrazo nos unio para no olvidarla jamas. No se donde anda mi amiga espiritual Bienva. Una ves, me encontre con unas de sus hermanas, y me dijo que estuvo viviendo en Mexico luego de haber sido nombrada como novicia , y luego en Cuba,.. pero hasta sus familiars, sabian muy poco de su paradero.

Pre so le dedico este espacio a esas mujeres servidoras de mi festival, ellas como Bienva son especiales y tocadas espiritualmente, y las que han decidido la dificil tarea de servirle a Dios.

LAS MUJERES DE ORACION

No se si hacerles un poema,
Pues no soy como ellas,
Con un corazón puro,
De mantener sus labios mudos,
Con una vida de simplezas.

Esas que guardan sus pensamientos,
En un libro escrito de deseos,
Mientras su rostro va cambiando en un espejo,
Recordando sus familiares de lejos.

Son mujeres especiales,
Que viven enamoradas con una fe inquebrantable,
Son mujeres de fortaleza inigualables,
Que caminan extendiendo sus manos al necesitado,
Son mujeres que marcan mientras van caminando.

Y es que no se necesita ser monja para llevar una vida de oración. Mantener nuestra fe en nuestro Senor, nos puede hacer mas humanos, mas puros, mantener nuestra escencia de alma armoniosa y sublime.

Tambien les dedico mi espacio a las “Servidoras de mi Festival”, las que desean y piden en oración que un familiar sane, que una comunidad de pobladores puedan ser asistidos de una catástrofe, las que oran para que no les falte el pan, las que oran para que un hijo vuelva, las que oran para salvar su matrimonio, las que oran para pedir perdon a su enemigo, ,.. en fin, esas mujeres que mantienen sus rodillas hincadas, y con sus ojos cerrados, esperan ser respondidas por la Divinidad gloriosa.

Bendiciones a todas,


Sandra Miranda Gonzalez


Recent Updated: 1 year ago - Created by Sandra Miranda Gonzalez - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - Sandra Miranda Gonzalez
Flickr FESTIVAL DE FLORES (Mujeres de Oración)


Estos han sido dias navideños espectaculares. La Iglesias han estado concurridas, las veladas de los colegios han estado llenas de emoción, y los eventos de navidad de empresas e instituciones privadas o fundaciones sin fin de lucro, han estado motivantes, a pesar de la voragine politica que estamos pasando.

Y es que, cuando estamos perdiendo nuestra esperanza, la fe a través de la oración es lo que nos mantiene a seguir vivos y perseverante para lo que queremos o anelamos.

Creci en un colegio católico, dirigido por monjas (sin habito), y, aunque nos llenaban de versículos y la palabra de Dios, no fue hasta un 23 de Septiembre de 1989 cuando estuve en un retiro de Evangelización de la Iglesia Catolica, donde tuve mi primer encuentro verdadero con Dios.

Desde ese momento, percibí mas lo mágica que había sido mi vida. Con altas y bajas,.. era MI VIDA, la que me habia regalado Dios, y la que yo tenia el pincel para pintar mi propio cuadro, mi propio escenario, mi propio cuento e historia.

Y desde ese momento,.. ha llovido MUCHO!!! Jajajajajaja.

Pasaron unos meses desde aquel retiro, y como siempre tuve la carita niña buena, me escogieron para trabajar en ayuda solidaria a los mas necesitados. Momento que me parecio todo un honor.
Como vengo de un padre altruista, pues me fue muy fácil aceptar. Asi conocí en otro retiro (el cual asistí ) a una joven, publicista, dinamica llamada Bienvenida Vilorio.

Bienva (como le llamaban a ella), era muy activa. Hicimos mucha química, pues ambas realizabamos trabajos comunes y llegabamos a compartir los mismos grupos.

Pasaron los meses, y comencé a notar a Bienva extraña. Siempre estaba en oración, recogida, meditando, solitaria.

No fue hasta varios meses seguidos, y preguntandole que le pasaba, hasta que me toco compartir en la misma habitación con Bienva en su ultimo retiro católico y decidió compartirme la respuesta a su duda y la decisión mas importante de su vida.

-Ingresare para ser monja- Me comenta con ojos expresivos y celestiales.

No podia creer que mi amiga Bienva tomara esa decision. No sabia si reir, o llorar, si felicitarla o si decirle “Estas loca”!!. Luego me anade:

-Me siento enamorada de Jesus, de su vida, de la religión,.. no sabia hasta ahora que siento que mi camino seria dirigido para servirle a el, para orar, para ayudar a otros.
-Lo pensaste bien?- Le pregunto, todavia anonadada.
-Demasiado bien- Me responde, mientras inclina su cabeza, mientras frota sus dedos con las cuencas de un Rosario.

Fue la ultima ves que comparti con Bienva en un retiro, hasta que, pocos dias ingreso a una casa de monjas de la caridad de manera informal, para afirmar su vocación, luego de haber renunciado de su trabajo en la publicitaria.

Pasaron varios meses largos, y cuando me llamo por teléfono, yo corrí donde ella. Pense que se habia arrepentido,… pero no fue asi, Bienva ya tenia un vestuario diferente, talvez no como las demas monjas, pero se veia que iba en camino de ser como las demas.

En ese momento si llore, y un eterno abrazo nos unio para no olvidarla jamas. No se donde anda mi amiga espiritual Bienva. Una ves, me encontre con unas de sus hermanas, y me dijo que estuvo viviendo en Mexico luego de haber sido nombrada como novicia , y luego en Cuba,.. pero hasta sus familiars, sabian muy poco de su paradero.

Pre so le dedico este espacio a esas mujeres servidoras de mi festival, ellas como Bienva son especiales y tocadas espiritualmente, y las que han decidido la dificil tarea de servirle a Dios.

LAS MUJERES DE ORACION

No se si hacerles un poema,
Pues no soy como ellas,
Con un corazón puro,
De mantener sus labios mudos,
Con una vida de simplezas.

Esas que guardan sus pensamientos,
En un libro escrito de deseos,
Mientras su rostro va cambiando en un espejo,
Recordando sus familiares de lejos.

Son mujeres especiales,
Que viven enamoradas con una fe inquebrantable,
Son mujeres de fortaleza inigualables,
Que caminan extendiendo sus manos al necesitado,
Son mujeres que marcan mientras van caminando.

Y es que no se necesita ser monja para llevar una vida de oración. Mantener nuestra fe en nuestro Senor, nos puede hacer mas humanos, mas puros, mantener nuestra escencia de alma armoniosa y sublime.

Tambien les dedico mi espacio a las “Servidoras de mi Festival”, las que desean y piden en oración que un familiar sane, que una comunidad de pobladores puedan ser asistidos de una catástrofe, las que oran para que no les falte el pan, las que oran para que un hijo vuelva, las que oran para salvar su matrimonio, las que oran para pedir perdon a su enemigo, ,.. en fin, esas mujeres que mantienen sus rodillas hincadas, y con sus ojos cerrados, esperan ser respondidas por la Divinidad gloriosa.

Bendiciones a todas,


Sandra Miranda Gonzalez


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Flickr #clubedacarta cartas recebidas e respondidas.
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Flickr Respondida a sua pergunta, Ray? Kkkkkkk
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Flickr perdon por la calidad de las fotos!

las dudas al flickrcorreo seran respondidas a la brevedad

pida su pre_cio, no sea timida, prefenrencialmente si lleva 2 prendas o mas, o dependiendo de la prenda, solo me escriben

saludos!

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Flickr Pink orchid.
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Llanto
que brota
sin sentido.
De unos
hermosos
ojos
desprendido.
Solo
ellos
saben
el motivo.
Que causo
semejante
desatino.
Un pensamiento
cruzo
por
mi mente.
Habra
sido
dolor o
alegria?
Al verlos
sonreir
mi pregunta
fue respondida.

Alexandra Rudge.

"Los Angeles Zoo" California.

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Flickr El amor...


El amor, tiene tantas formas, tantas maneras… Hay amores prohibidos, amores imposibles; o tan solo amores que se empeñan en tachar de prohibidos o imposibles. Lo único cierto es que el amor, es amor. No existen barreras para él, de nada sirven las etiquetas en su forma de actuar, en su forma de desatar el mayor de los sentimientos, la más grande de las pasiones, entre dos personas.
De nada sirve que te digan que es un amor prohibido cuando su chispa ha encendido la llama que ilumina tu vida, cuando ha liberado ese remolino de sensaciones que te roban el alma, que te desnudan el corazón… De nada sirven cuantas piedras quieran poner en vuestro camino, si el amor te hace todopoderoso con dos palabras, TE QUIERO o TE AMO.
Ninguna piedra puede con el amor, aunque a veces vayan demasiado rápidas para poder esquivarlas. Y aun así, ningún golpe duele si para consolarte y secarte las lágrimas está siempre la persona amada; ningún obstáculo será tan difícil salvar si es por ella, si hasta capaz serías de viajar al fin del mundo, sin dejar trozo de tierra, cielo o mar, si es por la persona que amas.
Porque es ella la que con un beso es capaz de llevarte a la Luna, que con un simple roce de sus dedos en tu cuerpo hace estremecerte el alma, erizando cada centímetro de piel. Porque es en ese momento cuando te preguntas… ¿es amor? Pero hasta tú misma sabes que no necesitas respuesta alguna a esa pregunta, que basta con sentirlo para saber que la pregunta estaba respondida incluso antes de ser formulada.
Y es ahí donde la evidencia no la puedes negar, donde el amor te ha sorprendido como solamente él puede sorprender, te has enamorado. Estás locamente enamorada de ella, de toda ella. Y la miras, y solo encuentras perfección, en cada gesto, en sus ojos, en su preciosa sonrisa, en cada palabra de cariño, en cada abrazo, en cada te quiero susurrado al oído… Y te das cuenta de que te da absolutamente igual lo que diga el resto del mundo, si es su sonrisa al despertar la que quieres ver cada mañana todos los días de tu vida. Qué más da lo que piensen si no saben lo que sientes cuando la miras, cuando tus labios rozan con los suyos y se abrazan en un beso que no quieres que acabe; qué más da, si a su lado el mundo se detiene y el tiempo os pertenece…
No existen los amores prohibidos, ni los imposibles, existe el amor, sin condiciones, sin juicios, sin pautas.
Existe el AMOR, sin ley que diga quién ama, ni a quién se ama…

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Flickr "A vida não é uma pergunta a ser respondida. É um mistério a ser vivido."
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Flickr Cartas respondidas que seguem hoje!
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Flickr cartinhas respondidas esta semana-jan-2012

Cartas que seguem:
Elaine Marinho
Cibele Fraga
Ledyane Petelinkar
Érika Rebuglio
Monique Lorentis
Izabel Cristina
Lucimar Gonlçalves

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Flickr Cartinha da duda sendo respondida...#clubedacarta
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Flickr 44 (Pergunta respondida durante o Peace Days)


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Flickr 13:26:09 / arresto domiciliario xiii
Tags: light   luz   time   momento   tiempo   jorgelosada   
.

"El espacio y el tiempo. El tiempo y el espacio. Dos categorías que sirven para explicar toda realidad, dos coordenadas que se entrecruzan para decir un algo indefinido, inexistente. Todas las preguntas posibles pueden ser respondidas por medio de estos dos ejes: aunque unas realidades sean más ‘temporales’ y otras más ‘espaciales’, el registro ‘espaciotemporal’, la hibridación o amalgama de ambos es la dimensión de un concepto filosófico que permitirá resolver el dilema por medio de un binomio, de dos términos contrapuestos pero complementarios e inseparables, porque una realidad no puede ser explicada, ni siquiera pensada, sin requerir la presencia de esta doble idea"

Georges Perec, Especies de espacios



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Flickr Finalmente!!!
Tags: cartinhas   
Todas as cartinhas respondidas!
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Flickr Meu cesto de cartas recebidas e respondidas
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263/365 photography journal
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Flickr Carta recebidas e respondidas


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Flickr Novos amigos!!!!!!!!!!!!!

TUDO PARA USO PESSOAL!

Bom....é assim meninas...para cada esmalte que eu com-prar, eu vou tirar um para doar...e assim minha coleção não vai crescer mais!!!! Será que consigo? Rsrsrs!

No princípio, eu estava pensando em tirar 3 esmaltes nacionais para cada importado adquirido!

Andei espiando as minhas cores e acho que não terei tantos esmaltes para tirar assim...gente, eu estava olhando, separei uma caixa com uns 50 esmaltes repetidos...juro! Só aquele absinto verdinho da colorama eu tenho 3!!!! O Hippie chic eu tenho 2, o Menta da Risqué eu tenho 3...e por aí vai!!!!

Mas, voltando ao assunto do post...vejam meus novos amigos LINDOS!!!!!!

Da esquerda para direita:

Revlon Gray Suede (um nude clarinho, quase branco, com um brilho leve, que só aparece no vidrinho mesmo)

Revlon No Shrinking Violet É um roxo metalizado lindíssimo! Já tinha usado o da minha mãe e fiquei doida com o bonito, queria ter o meu...rs!

Revlon Cherry Crush Gente, que esmalte lindo! É um vermelho escurão metalizado, tem uns brilhos meio alaranjados! Achei chiquérrimo!

Revlon Vixen Vinho escuro cremoso! Acho que vai ficar lindo por baixo de outros, como o DS Original da OPI, o DS Royal, etc...

OPI Eiffel for this color Este lindo estava na lista há tempos! Vou mostrar foto dele para vocês!

Deborah Lippmann Across the Universe É maravilhoso! Demorei a ter coragem de comprá-lo, quando resolvi comprar o site fez uma comigo que eu NÃO o recomendarei nunca!!!! Vejam só: com-prei dia 06-06, dia 07-06 eles me mandaram um email confirmando a postagem....nada do esmalte chegar...aí, esqueci da com-pra...quando foi dia 06-07, extamente 1 mês depois, eles me enviaram outro email dizendo que tinha postado (eu nem lembrava mais da compra) e o esmalte chegou dia 21-07, eu já tinha dado como com-pra perdida...olhei no envelope de postagem e realmente eles postaram um mês depois que com-prei. Mandei email reclamando e nem respondida eu fui! Por isso, não indicarei o site!

Risque Anos Dourados (da linha Cine Risque) Eu tava a fim de um esmalte bem diferentoso, que ngm usa...to cansada de ver tantas cores por aí....queria ser "a diferente", rsrsrs...aí, peguei esse "mostarda", beeeem anos 70 mesmo, é cintilante amarelo/dourado, esmalte loiro....rs...Vamos ver quando eu usar...como vai ficar!

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Flickr Mais cartas respondidas!
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Flickr Cartinha respondida... to adorando isso ^____^
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Flickr bones hate and more crap

dudas pesadillas haganlas saber preferentemente via flickrcorreo
toda pestilente duda sera respondida o por nuestro macabro vistiendo_ataudes@live.cl (via correo) wine and gore para todas


Recent Updated: 3 years ago - Created by ︵︶︷† Vistiendo Ataudes† ︵︶ - View

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Flickr María
Tags: 1936   iglesia   guerra   niños   retratos   civil   aceite   maría   franquismo   represión   robados   ricino   garzón   médicos   vencidos   negligencias   
Puedes grabar lo que quieras. Te lo voy a contar todo. Porque ya no tengo miedo.

No saques el nombre de los asesinos de mi madre, ni de los que le daban las palizas a mi padre, ni de los que me daban el aceite de ricino desde los nueve años. Porque sus hijos no tienen la culpa de lo que fueron sus padres.

Yo le he escrito al rey, le he escrito al fiscal, le he escrito a la audiencia, le he escrito a castilla y león. Tengo cientos de cartas respondidas, pero mi madre sigue enterrada al pie de la carretera. Mi madre a la que vinieron a buscar en septiembre del 36 arrancándola de mí y de mi hermana.

Cuando cumplí nueve años nos cogieron a mí y a mi hermana, y a tantas otras mujeres del pueblo, también embarazadas y niñas camino de la iglesia. Después del sermón nos sentaron a todas y nos hicieron beber medio o un litro de aceite de ricino y diez o veinte guindillas, depende de si eran niñas o mujeres. Esa fue la única vez que lo hicieron en grupo. Después nos cogían según les daba, varias veces al año hasta que cumplí diecisiete.

La última vez lo hicieron porque decían que yo había visto a los maquis. Yo no veía a nadie, nada más que iba escapándome por las calles para que no me viera nadie. Tuve que ir de vientre cuarenta y siete veces y acabé por la tarde en la cama, desmayada, sin conocimiento, hasta que mi padre al día siguiente me despertó de un grito asustado. Él nunca lo supo, nosotras lo protegíamos, porque sino hubiera ido a por ellos y los hubiera matado. Y después lo hubieran matado a él.

Se pasó la vida protegiéndonos y nunca más se volvió a casar. Decía que ninguna mujer podría ocupar jamás el sitio de mi madre.

A mi padre le daban palizas constantes, sobre todo al principio. Mi padre se defendía, era un hombre fuerte pero diez hombres contra él era demasiado. Lo cogían por la calle cuando venía del campo.

Una vez llegó a casa sangrando, nosotras le preguntamos que qué le había pasado y él dijo que nada, que se había caído y había rodado contra unas ramas. En seguida llamó la guardia civil y se lo llevaron. Llegó varias horas después con la carne de un brazo colgando. Mi hermana llamó al médico mientras yo le curaba las heridas. El médico vino y lo curó amablemente. Al día siguiente le dieron una paliza al médico.

Creo que la primera hija que parí me la robaron. Llegué a Madrid y una enfermera me cruzó las piernas y se sentó encima mío para que no empujara. Me dijo que todas las de pueblo éramos unas animales. Al rato llegó el doctor y me metieron en un quirófano, decía que la niña corría peligro de asfixia. Me anestesiaron y me la sacaron con fórceps. Cuando desperté me dijeron que estaba en una incubadora. Yo la pedía pero no me la daban, y estaba destrozada. Después de dos semanas ya me confesaron que la niña había muerto hacía una semana, pero yo no me lo creo. Había una mujer que andaba buscando un bebé para adoptar, y negoció con una madre soltera que limpiaba las habitaciones pero le dijo que ella no vendía a su niño por nada.

Estoy perdiendo la voz, pero por suerte hoy vengo del médico y me ha dicho que no es nada malo. Que es desgaste. Que estoy como oxidada.

Yo lo único que pido es sacar los huesos de mi madre y llevarlos junto a mi padre, que también está enterrado con una hija que murió. Venir a la vida para vivir tantas desgracias. Llevo muchos años luchando para que pase, aunque me caiga muerta el mismo día que los entierre juntos me da igual, todo valdría la pena. Al hijo de un rey o de un político ya lo hubieran enterrado ya dignamente. Pero a nosotros, que no somos nada, el mundo entero nos da la espalda.

Aitor Fernández | DateCuenta | 82ª entrevista proyecto Vencidos

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Flickr AMIGO(A) DE SI MESMO(A).. Martha Medeiros

Fotos: fiz-nokia..


Amigo de si mesmo_

Em seu recém-lançado livro Quem Pensas Tu que Eu Sou?, o psicanalista Abrão Slavutsky reflete sobre a necessidade de conquistar o reconhecimento alheio para que possamos desenvolver nossa autoestima.
Mas como sermos percebidos generosamente pelo olhar dos outros?

Os ensaios que compõem o livro percorrem vários caminhos para encontrar essa resposta, em capítulos com títulos instigantes como Se o Cigarro de García Márquez Falasse, Somos Todos Estranhos ou A Crueldade é Humana. Mas já no prólogo o autor oferece a primeira pílula de sabedoria.

Ele reproduz uma questão levantada e respondida pelo filósofo Sêneca: “Perguntas-me qual foi meu maior progresso? Comecei a ser amigo de mim mesmo”.

Como sempre, nosso bem-estar emocional é alcançado com soluções simples, mas poucos levam isso em conta, já que a simplicidade nunca teve muito cartaz entre os que apreciam uma complicaçãozinha.

Acreditando que a vida é mais rica no conflito, acabam dispensando esse pó de pirilimpimpim.

Para ser amigo de si mesmo é preciso estar atento a algumas condições do espírito. A primeira aliada da camaradagem é a humildade.

Jamais seremos amigos de nós mesmos se continuarmos a interpretar o papel de Hércules ou de qualquer super-herói invencível.

Encare-se no espelho e pergunte: quem eu penso que sou? E chore, porque você é fraco, erra, se engana, explode, faz bobagem. E aí enxugue as lágrimas e perdoe-se, que é o que bons FAZEM: perdoam.

Ser amigo de si mesmo passa também pelo bom humor. Como ainda há quem não entenda que sem humor não existe chance de sobrevivência? Já martelei muito nesse assunto, então vou usar as palavras de Abrão Slavutsky: “Para atingir a verdade, é preciso superar a seriedade da certeza”. É uma frase genial. O bem-humorado respeita as certezas, mas as transcende. Só assim o sujeito passa a se divertir com o imponderável da vida e a tolerar suas dificuldades.

Amigar-se consigo também passa pelo que muitos chamam de egoísmo, mas será? Se você faz algo de bom para si próprio estará automaticamente fazendo mal para os outros? Ora.

Faça o bem para si e acredite: ninguém vai se chatear com isso.
Negue-se a participar de coisas em que não acredita ou que simplesmente o aborrecem.

Presenteie-se com boa música, bons livros e boas conversas. Não troque sua paz por encenação. Não faça nada que o desagrade só para agradar aos outros. Mas seja gentil e educado, isso reforça laços, está incluído no projeto “ser amigo de si mesmo”.

Por fim, pare de pensar. É o melhor conselho que um amigo pode dar a outro: pare de fazer fantasias, sentir-se perseguido, neurotizar relações, comprar briga por besteira, maximizar pequenas chatices, estender discussões, buscar no passado as justificativas para ser do jeito que é, fazendo a linha “sou rebelde porque o mundo quis assim”.
Sem essa. O mundo nem estava prestando atenção em você, acorde. Salve-se dos seus traumas de infância.

Quem não consegue sozinho, deve acudir-se com um terapeuta. Só não pode esquecer: sem amizade por si próprio, nunca haverá progresso possível, como bem escreveu Sêneca cerca de 2.000 anos atrás. Permanecerá enredado em suas próprias angústias e sendo nada menos que seu pior inimigo.

Martha Medeiros
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El escondite eran viejas mantas, mojadas de lágrimas. Vivía en ellas intentando olvidarse de lo que en realidad sucedía fuera. Dejaba atrás sus complejos, hundiéndolos en el fondo de su vacía cama.
La noche era el fondo de la historia de su vida.
Oscuridad. Soledad.
Perdió la noción del tiempo tras horas y horas de llanto.
Descubrió que las respuestas no eran lo suyo. Se había atado a una vida de dudas incapaces de ser respondidas.
Y la vida pasó, mientras ella permanecía en su pequeña guarida, intentando descifrar todos y cada uno de los significados de la palabra ''libertad''.




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Flickr Una oracion respondida!
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Flickr HUGS TO YOU!/ ABRACOS PARA VOCES! Brittany, France.

Todos os anos preparamos o nosso interior para a reflexão
Qual o objetivo de estarmos aqui nesse mundo?
Por quem somos regidos?
Qual a origem de tudo?
São muitas as perguntas
Respondidas através de vários sentimentos:
O amor
O sofrimento
O poder.
É preciso que a cada ano
Vivamos o verdadeiro símbolo da Páscoa:
JESUS.
Ele veio ao mundo com um grande propósito:
Nos ensinar o amor.
Sua passagem foi tão rápida pela terra
Que a cada dia nos faz perceber
Que nossa estada aqui nesse mundo é muito rápida
E se não praticarmos os seus ensinamentos
De nada adiantará os minutos,
os segundos e as horas...
...as quais respiramos.

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Flickr La auto-ayuda: ayuda mucho a quien la escribe.

La mayoría de las psicoterapias actualmente disponibles se han edificado sobre bases científicamente inseguras, y algunas son pura charlatanería. (Dieter E. Zimmer)

Michael Shermer, editor de la revista Skeptic, suele relatar una anécdota muy instructiva. En una ocasión desenmascaró públicamente a un famoso espiritualista televisivo. El hombre engañaba al personal con trucos ordinarios y le hacía creer que se estaba comunicando con espíritus de personas muertas. Pero, en lugar de mostrarse hostil con el charlatán desenmascarado, la audiencia se encaró con el desenmascarador y respaldó a una mujer que lo acusó de conducta «inadecuada» porque había destruido las ilusiones de la gente. Uno pensaría que la mujer tendría que haberle estado agradecida por quitarle la venda de los ojos, pero por lo visto ella prefería mantenerla bien apretada. Creo que un universo ordenado, indiferente a las preocupaciones humanas, en el que todo tiene una explicación (aunque todavía nos falte mucho trecho por recorrer antes de encontrarla) es un lugar más hermoso y maravilloso que un universo embaucado por una magia caprichosa y ad hoc.
(Destejiendo el arco iris, págs. 11 y 12) Richard Dawkins

Sartori (1997) la televisión “favorece a los estrambóticos, a los excitados, a los exagerados y a los charlatanes (…), premia y promueve la extravagancia, el absurdo y la insensatez.”
(Televisión y cultura, pág. 28) Francisco Rodríguez Pastoriza

Es cómico en extremo ver que alguien conmovido hasta el llanto, de manera que no sólo sus ojos estén humedecidos sino que las lágrimas desciendan por su rostro, pueda sentarse y leer o escuchar una exposición de autonegación, o acerca de la nobleza de quien sacrifica su vida por la verdad -y enseguida, entonces, ein, zwei, drei, vupti, aún con lágrimas en los ojos y en pleno éxtasis, ayudar a la falsedad a alcanzar la victoria, sudando y dando lo mejor de sí mismo dentro de su modestia. Es cómico en extremo que un charlatán, con voz y gestos casi sinceros, profundamente conmovido y convincente, pueda clamar por la verdad, pueda hacer frente a todas las fuerzas del mal y de los infiernos con la sola ayuda de su fría autoestima y su aire desafiante, ejecutando movimientos dignos de admiración -es cómico en extremo que, casi al mismo tiempo... pueda esquivar la más mínima impertinencia... Cuando oigo a cualquiera declarar que ha comprendido completamente cómo Cristo llegó a adoptar la forma de un humilde sirviente, pobre, despreciado, burlado y escupido, tal y como las Escrituras relatan; cuando contemplo a esta misma persona abriéndose paso con cautela hacia el lugar donde, según la sagacidad mundana, es bueno estar, y se sitúa asegurando su posición lo mejor posible, cuando lo observo actuar con tanta ansiedad como si su vida dependiera de ello, tratando de evitar los vientos desfavorables (vengan del costado derecho o del izquierdo). Cuando contemplo su apariencia tan santa, tan extremadamente santa, tan feliz, para hacer la descripción más completa, sumamente feliz que incluso da las gracias a Dios por ello -por haber sido honrado de todo corazón y estimado por todo el mundo- entonces, a menudo me ha repetido a mí mismo en privado "Sócrates, Sócrates, Sócrates, ¿es posible que este hombre comprenda lo que afirma comprender? (La enfermedad mortal) Sören Kierkegaard

NOTA PERSONAL:
Aunque el sentido de esta web es fotográfico, para mí, por su difusión, también, tiene unas posibilidades tanto creativas como emocionales a desarrollar.
¡No hay lecciones y sobran los maestros! Tampoco hay libro “Único”. Nos entendemos (a veces) leyendo la experimentada ruta de viaje recorrida: nuestras mejores revelaciones son las propias intuiciones, experiencias y los zarandeados conocimientos. Al final, si somos serios y sinceros consigo mismos, observamos que el director y artífice de nuestras vidas fue la suerte. Una amalgama de conceptos y enseñanzas, nos aproxima a nuestro espejismo más definido de verdad. Solamente podemos intuir entre los diversos ramales que se pierden entre las brumas... ¡Nadie sabe lo absoluto para con nuestra condición! He escrito en esta galería únicamente tres textos. He buscado sumergirlos entre la mayoría de autores de peso para ocultar su pequeñez. Autores que se han ganado una validez intuitiva a lo largo de generaciones de lectores.
Frecuentaba paseos y charlas con un amigo. Para él yo era un interlocutor pesimista. Le observaba a través de ejemplos, conocimientos y experiencias sobre: el amor, la sabiduría, la felicidad, así como, forjarse el propio destino, siempre están subyugados a la fuerza de las comillas que pone la suerte. Me acordaba de la frase de Rochefoucauld: “La suerte y el temperamento gobiernan el mundo”, y en última instancia, ¿no era el temperamento otra forma de suerte? Él por su parte, me hacia partícipe de las sabidurías y certezas de los nuevos gurús. Personajes televisivos, de talante risueño, ágil, jovial, fluido y científico (trasladan, mezclan y argumentan dogmas o hipótesis como fantasías pseudo-científicas a su conveniencia). Ellos disponen de la llave, para iluminar todo nuestro potencial (según algún autor sólo usamos 2%... ¡¡¡Seré estúpido!!!, ¡que estoy haciendo con mi 98% restante!) y felicidad (todo es tener voluntad, control mental y ganas de ser feliz. Ellos si saben conducir sus destinos... ¿ya lo han logrado?). ¡Usted también puede! ¡Todos podemos! ¡Tú pide y se te dará!... Son los nuevos visionarios y charlatanes del siglo XXI (engendros de científicos fracasados, y verborrea de tómbola de feria, aderezado con evidencias que abrillantan las mayores falsedades). Apoyan sus dogmas entre conferencias, bestsellers de auto-ayuda y las televisiones. Antaño parecidos personajes apoyaban sus extravagancias (e interés propio) con la religión y las revelaciones divinas.
Mi amigo. Cada vez, fue más poseído por esas inalcanzables verdades. Un día tuvo oportunidad de acudir a una conferencia de uno de esos gurús. Su entusiasmo era total. Me explico su experiencia. La afluencia de público fue masiva. En un momento dado, el maestro entregado al completo a su papel, fue interpelado con una pregunta. Al parecer, no satisfactoria para ser respondida adecuadamente. Dejó entrever en el público asistente que era una pregunta propia de un necio. Todos quedaron un poco confusos. Una vez terminada la conferencia, y relajada la sala de público, mi amigo se acercó a su modelo y maestro. Antes de poder pronunciar palabra alguna, el maestro le dijo: ¡qué quería! ¡qué esperase! Se apartó a prudencial distancia... Pasados bastantes minutos y el gurú proseguía abstraído en otra conversación. Optó por empezar a desaparecer. Cuando iba a encaminar sus pasos hacia la puerta, una voz con enojada resignación le repitió: ¡¡¡qué quería!!!... Aturdido, malhumorado y defraudado desapareció.
Después de su relato, pregunté: ¿lo ves muy feliz?... ¿no se contradice, lo que dice, con lo que hace, y tu experiencia?... ¡Suelen dar consejo quienes no lo tienen para sí mismos!
Estoy convencido que este charlatán a parte de ser un fraude ¡como todos los que venden auto-ayuda!... Era un pésimo actor. Al menos, otros tienen más arte con la mentira. Similares personajes existirán siempre, hoy tienen hasta la televisión.
Son maestros en poner soluciones: ¡a sus problemas!, alcoholizan a su clientela con fantasías e imposibles. Los narcotizan más. Lo peligroso, hoy día, es el apoyo de sesgo científico que utilizan para dar solidez a sus afirmaciones. Cada bestseller y conferencia, se la vende como una vuelta más de tuerca. Un capítulo definitivo sobre la vida y la felicidad. En fin, vender soluciones donde no las hay.
Hoy día, mi interlocutor, prosigue su búsqueda. Ha encontrado nuevos visionarios en el conocimiento del arte de vivir (éstos, éstos si son los verdaderos). Al igual, que un discípulo que nunca encuentra. Sus marcos de referencia y enseñanza deben ser rectangulares, precisos y optimistas (sin plantearse si no son totalmente inútiles). Mi precio, en esta historia, ha sido similar a los mensajeros griegos y romanos...

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SAIBA MAIS!


Por que somos contra a propriedade intelectual?
Por Pablo Ortellado

Enquanto a publicação aberta é uma característica bastante conhecida do site do Centro de Mídia Independente [1] (CMI), a idéia irmã, de "copyleft", de subversão dos direitos autorais, é ainda muito pouco conhecida e discutida. No rodapé do site, ao invés da tradicional nota lembrando os direitos autorais, lemos o seguinte: "(c) Copyleft Centro de Mídia Independente. É livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída." Ao invés de restringir a divulgação, a nota de "copyleft" (um trocadilho com "copyright"), permite e mesmo estimula a distribuição posterior da informação que o site veicula. Essa política de "copyleft" faz parte de um movimento amplo de oposição aos direitos de propriedade intelectual. [2]


COPYRIGHT

Embora nossa sociedade tenha assistido um longo debate sobre a propriedade privada nos últimos dois séculos, pouco ainda foi dito sobre o caráter peculiar desse estranho tipo de propriedade que é a propriedade intelectual. Em geral, a propriedade é justificada como uma garantia de uso e disposição do proprietário àquilo que lhe é de direito (por herança ou por trabalho). Em outras palavras, alguém que adquiriu uma propriedade está garantindo para si a utilização de um bem - e está tendo essa garantia porque fez por merecer. Se alguém possui uma casa, por exemplo, a propriedade privada dessa casa garante ao dono o acesso a ela quando bem entender e sua utilização para os fins que escolher (além de poder dispô-la - vendê-la, emprestá-la, etc. - se desejar). Se essa casa fosse compartilhada com outras pessoas, no momento em que essas outras pessoas a estivessem utilizando, ele estaria privado daquela casa que fez por merecer. Quando uma pessoa utiliza a casa, a outra não consegue utilizá-la (pelo menos não na sua totalidade). Isso vale para todos os tipos de bens materiais.

Mas o caso da propriedade intelectual é diferente e seus teóricos sabiam disso desde o princípio. A legislação sobre a propriedade intelectual tem origem na Inglaterra, numa lei de 1710, mas foi nos Estados Unidos que ela foi teorizada e consolidada pelos "pais fundadores". Esses homens que fundaram a república americana e escreveram a constituição sabiam que a propriedade intelectual era diferente da propriedade material. Eles sabiam que canções, poemas, invenções e idéias não têm a mesma natureza dos objetos materiais que eram garantidos pelas leis de proteção à propriedade. Se quando eu uso uma bicicleta, a outra pessoa é privada do seu uso (porque, a princípio, duas pessoas não podem usar a mesma bicicleta ao mesmo tempo ? principalmente se vão para lugares diferentes), quando eu leio um poema, a coisa é diferente. Eu posso ler o poema ao mesmo tempo que o "dono" do poema e meu ato de ler não apenas não priva, como não atrapalha em nada a leitura dele. Thomas Jefferson, um dos pais fundadores e um dos primeiros responsáveis pelo escritório de patentes dos Estados Unidos discutiu isso numa carta famosa que, à certa altura, diz:

"Se a natureza produziu uma coisa menos sucetível de propriedade exclusiva que todas as outras, essa coisa é a ação do poder de pensar que chamamos de idéia, que um indivíduo pode possuir com exclusividade apenas se mantém para si mesmo. Mas, no momento em que a divulga, ela é forçosamente possuída por todo mundo e aquele que a recebe não consegue se desembaraçar dela. Seu caráter peculiar também é que ninguém a possui de menos, porque todos os outros a possuem integralmente. Aquele que recebe uma idéia de mim, recebe instrução para si sem que haja diminuição da minha, da mesma forma que quem acende um lampião no meu, recebe luz sem que a minha seja apagada." [3]

Dessa forma, não parecia haver motivo para se transformar idéias (e canções, livros e invenções) em propriedade. No entanto, o mesmo Thomas Jefferson lembra da necessidade de se estimular a criação de invenções "para o bem do público" e esse estímulo ? para ele ? só poderia ser a recompensa (com bens materiais) ao "criador". As idéias, justamente porque têm a característica de uma vez expressas serem assimiladas por todos que a recebem, devem ser especialmente protegidas, para que os criadores de idéias não fiquem desistimulados de criá-las e expressá-las. Aquele que cria a idéia deve ter o direito sobre ela, de forma que toda a vez que alguém a utilize ou a receba, ele tenha uma recompensa material. O autor de um livro deve receber os direitos autorais pela publicação e o inventor, o direito pelo uso da patente. Assim, diz a constituição americana: "O Congresso deve ter o poder de promover o progresso das ciências e das artes úteis assegurando aos autores e inventores, por um período limitado, o direito exclusivo aos seus escritos e descobertas." [4] Com o direito exclusivo às suas criações, os autores e inventores podem explorar comercialmente as suas idéias e conseguir a justa recompensa pelo seu esforço e talento. A recompensa é o estímulo para que o criador produza ainda mais e a sociedade progrida em direção ao bem comum.

Mas esse mesmo bem comum pode ser ameaçado pela proteção excessiva à propriedade das idéias. Se se cria muitos entraves, então, pode-se impedir, ao invés de promover a "instrução mútua e a melhoria das condições". Partindo de sua experiência no escritório de patentes, Jefferson observa que "considerando o direito exclusivo de invenção como dado, não pelo direito natural, mas para o benefício da sociedade?, há inúmeras "dificuldades em separar com clareza as coisas que valem a pena para o público o embaraço de uma patente exclusiva, daquelas que não valem." Em outras palavras, a questão é até que ponto a introdução do direito de propriedade intelectual, ao invés de promover, termina por constranger o progresso do saber, da cultura e da tecnologia. Se os critérios para se estabelecer a propriedade são rígidos e a duração do direito longa demais, então, pode-se dificultar o aproveitamento social da criação. Esta é a questão fundamental discutida em toda a legislação sobre a extensão do direito de propriedade intelectual.

Na Inglaterra, a pioneira em estabelecer uma legislação de propriedade intelectual, o debate começou no século XVIII e percorreu os três séculos seguintes. Em 1841, foi feita mais uma tentativa de ampliar a duração dos direitos autorais, que, nesse período, cessavam depois de 20 anos da morte do autor. O famoso historiador Thomas Babington Macaulay fez uma histórica intervenção no Parlamento no qual criticava um projeto de lei que propunha ampliar o direito autoral para 60 anos após o falecimento do autor. Seguindo a longa tradição anglo-saxã que legislava sobre o tema, Macaulay balanceava o direito do autor em ser remunerado e o interesse social de usufruir as criações o quanto antes e com o menor custo. Segundo ele, o sistema de direitos autorais, tem vantagens e desvantagens e por isso não é preto, nem branco, mas cinza. O direito exclusivo de propriedade intelectual, para ele, no fundo é ruim, porque cria um "monopólio", o que encarece o "produto" e o torna menos acessivel a todos. Mas, por outro lado, ele é bom, porque permite que o criador seja remunerado pela criação. De um lado, temos a necessidade do monopólio na exploração comercial de um livro ? de forma que apenas um editor possa lançar e vender o livro. Mas, por outro, esse monopólio que sustenta o autor, prejudica a sociedade, encarecendo o livro e tornando sua difusão mais difícil. Em suas palavras, "é bom que os autores sejam remunerados e a forma menos excepcional de serem remuneados é pelo monopólio. No entanto, o monopólio é ruim. Para que se consiga o que é bom, devemos nos submeter ao que é ruim."

Toda a questão para Macaulay (e para toda a tradição anglo-saxã dominante) era saber a medida exata em que a submissão do bom ao ruim era proveitosa: "o ruim não deve durar um único dia a mais do que o necessário para assegurar o que é bom." Mas quanto deve durar esse tempo? O projeto em trâmite no parlamento pretendia ampliar o direito de 20 para 60 anos após a morte do autor. Segundo Macaulay, esse período era muito grande e não trazia nenhuma vantagem em relação ao período vigente de 20 anos (que ele dá a entender que já era excessivo). Se o objetivo do direito autoral é estimular a criação, uma recompensa tão distante e após a morte não parecia ser eficiente. Macauly argumenta: "Sabemos bem quão pouco somos afetados pela perspectiva de vantagens distantes, mesmo quando são vantagens que nós mesmos aproveitaremos. Mas uma vantagem que será aproveitada mais de meio século depois que morrermos, por pessoas que talvez não conhecemos, que talvez não tenham nascido, por pessoas que finalmente não tenham conexão conosco não parece ser motivo algum para a ação [criadora]." [5]

Com pequenas mudanças de ênfase, o debate sobre a propriedade intelectual permaneceu sempre marcado pela disputa sobre o ponto de equilíbrio entre o estímulo à criação e o interesse social de usufruir o resultado da criação. [6] A primeira lei inglesa, de 1710, dava ao criador o direito exclusivo sobre um livro por 14 anos e, se o autor ainda estivesse vivo quando o direito expirasse, poderia renovar o direito por mais 14 anos. A legislação americana baseou-se na inglesa e nos atos de patentes e de direitos autorais de 1790 retomou os períodos de 14 anos, renováveis por outros 14. Em 1831, o Congresso americano revisou as leis de direitos autorais substituindo o período inicial de 14 anos, por um de 28, renovável por mais 14. Em 1909, as leis foram novamente revisadas e o período foi mais uma vez ampliado para 28 anos iniciais renováveis por mais 28 anos.

Mais recentemente, porém, com o aumento do poder da indústria cultural, a extensão do direito à propriedade intelectual ultrapassou de longe os vinte anos após a morte que incomodavam o historiador Thomas Macaulay em 1841. As pressões começaram em 1955, quando o Congresso americano autorizou o escritório de patentes a desenvolver um estudo com vistas a revisar as leis de direito autoral vigentes. O relatório final recomendava a ampliação do período de renovação de 28 para 48 anos. As organizações de escritores e a indústria cultural (principalmente as editoras), no entanto, insistiam num período que cobrisse a vida do autor mais 50 anos após a sua morte. O pretexto para esse período longuíssimo era a "modernização" das leis de direitos autorais e a adequação delas à Convenção de Berne. [7] Como a disputa não parecia poder ser resolvida no curto prazo e os direitos estavam começando a expirar, os lobbistas conseguiram um adiamento extraordinário do vencimento dos direitos que estavam por expirar, do ano de 1962 para o ano de 1965, enquanto a matéria não era definitivamente votada no Congresso. Apesar das reiteradas objeções do Departamento de Justiça, a polêmica em torno do assunto levou a outros oito adiamentos "extraordinários", de 1965 para 1967, de 1967 para 1968, de 1968 para 1969, de 1969 para 1970, de 1970 para 1971, de 1971 para 1972, de 1972 para 1974 e de 1974 para 1976, tudo em nome dos interesses dos detentores dos direitos (normalmente empresas e não os descendentes dos autores) e em detrimento do domínio público. Em 1976, finalmente, o Congresso aprovou uma nova e "moderna" lei de direitos autorais, atribuindo um período de vigência do direito por toda a vida do autor mais 50 anos e para trabalhos encomendados por empresas, um período de 75 anos após a publicação ou 100 anos após a criação, o que fosse mais curto.

Em meados dos 90, no entanto, mais uma vez uma série de preciosas obras em poder da indústria cultural aproximaram-se do prazo de expiração dos direitos autorais. E, mais uma vez, a legislação internacional "mais moderna" [8] serviu de pretexto para a ampliação dos prazos de vigência dos direitos. Desde o final dos anos 80, empresas como a Walt Disney e a Time Warner começaram a preocupar-se com algumas de suas obras cujos direitos autorais cessariam nos primeiros anos do novo século. A Disney preocupava-se com o personagem Mickey Mouse que entraria em domínio público em 2003, com o Pluto que entraria em 2005 e com o Pateta e o Pato Donald que entrariam em 2007 e 2009, respectivamente. Já a Warner preocupava-se com o personagem Perna Longa cujos direitos expiravam em 2015 e com uma série de obras cujos direitos possuia, entre elas, o filme "E o vento levou" que expirava em 2014 e uma série de músicas de George Gershin, entre elas a canção "Rhapsody in Blue" e a ópera "Porgy and Bess", cujos direitos expiravam em 1998 e 2010, respectivamente.

Temendo sofrer grandes prejuízos pela perda dos direitos autorais, Disney, Warner e a indústria cinematográfica fizeram uma pesada campanha de lobby encabeçada no Congresso pelo Senador Trent Lott. O resultado foi a ampliação, em 1998, dos direitos autorais após a morte do autor de 50 para 70 anos, caso o direito fosse propriedade de uma pessoa e a ampliação de 75 para 95 anos caso o direito fosse propriedade de uma empresa. Com isso, além das obras das duas empresas, ganharam mais 20 anos de exploração comercial exclusiva romances como "O grande Gatsby" de Scott Fitzgerald e "Adeus às armas" de Ernest Hemingway (cujos direitos detidos pela Viacom venceriam em 2000 e 2004, respectivamente) e músicas como o "Concerto número 2 para violino" de Prokofiev e "Smokes Get in Your Eyes" de Kern e Harbach (cujos direitos, da Boosey & Hawks e da Universal, venceriam em 1999 e 2008 respectivamente).

COPYLEFT

Voltemos agora aos fundamentos da legislação sobre propriedade intelectual (nome genérico que abrange os direitos autorais, de patentes e de marcas). Como vimos, desde que a legislação foi primeiramente elaborada, ela sempre foi justificada pelo estímulo material que o criador receberia. Mas será que o estímulo material é o único e o melhor estímulo que pode-se dar para o desenvolvimento do saber, da cultura e da tecnologia? Será que antes do advento das leis de propriedade intelectual as pessoas não eram estimuladas a escrever livros e canções e a inventar dispositivos tecnológicos?

Antes que Thomas Jefferson atuasse no escritório de patentes, Benjamin Franklin que com ele e John Adams redigiria a Declaração de Independência, tinha uma ativa vida de criador, tendo se tornado conhecido em todo mundo por seus experimentos e invenções. Realizador da famosa experiência com a pipa que provava que os raios eram descargas elétricas e autor de invenções como o óculos bi-focal e o pára-raios, Benjamin Franklin sempre se recusou a patentear suas invenções. Em sua autobiografia podemos ver os motivos pelos quais se recusava a explorar comercialmente os inventos. Vale a pena citar um longo trecho:

"Tendo inventado, em 1742, um forno aberto para o melhor aquecimento de aposentos e ao mesmo tempo, economia de combustível, na medida que o ar fresco incorporado era aquecido na entrada, fiz um presente do modelo para o Sr. Robert Grace, um dos meus amigos mais antigos, que, tendo uma fornalha de ferro, considerou a disposição das placas desse fogão uma coisa muito útil, já que aumetava a sua procura. Para promover essa demanda, eu escrevi e publiquei um panfleto de título: 'Um relato do novo forno da Pensilvânia; no qual sua construção e modo de operação são detalhadamente explicados; suas vantagens sobre qualquer outro método de aquecimento de aposentos são demonstradas; e todas as objeções que foram levantadas contra o seu uso são respondidas e esclarecidas, etc.' O panfleto teve uma boa resposta. O Governador Thomas ficou tão satisfeito com a construção desse fogão, tal como está descrito, que me ofereceu uma patente para a venda exclusiva deles por um período de anos. Eu recusei, no entanto, baseado num princípio que sempre pesou para mim em tais situações: uma vez que tiramos grandes vantagens das invenções alheias, devemos ficar felizes de ter uma oportunidade de servir aos outros com quaisquer de nossas próprias invenções; e isso devemos fazer de forma gratuita e generosa." [9]

O fato de que homens talentosos como Benjamin Franklin nunca se sentiram estimulados pela perspectiva de retorno material por suas descobertas sempre foi levado em conta no debate sobre os direitos de propriedade intelectual. O historiador Thomas Macauly, por exemplo, que defendia os direitos segundo os princípios clássicos era obrigado a fazer ressalvas quando mencionava a contribuição que os ricos davam para a criação de obras e inventos: "Os ricos e os nobres não são levados ao exercício intelectual pela necessidade. Eles podem ser movidos para a prática intelectual pelo desejo de se distinguirem ou pelo desejo de auxiliar a comunidade." Mas será que a vaidade de produzir uma obra única ou a generosidade de produzir um bem para a comunidade são virtudes exclusivas dos ricos? Boa parte do desenvolvimento artístico parece dizer que não. Pintores importantes como Rembrandt, Van Gogh e Gauguin morreram na pobreza e sem reconhecimento, assim como músicos como Mozart e Schubert e um escritor como Kafka, embora nunca tenha sido verdadeiramente pobre, não chegou a ser reconhecido em vida. Será que a falta de perspectiva de recompensa material em algum momento impediu que eles se dedicassem à música, à pintura ou à literatura? Será que não tinham outro tipo de motivação ? a expectativa do reconhecimento póstumo, o simples amor pela sua arte?

A questão da propriedade intelectual, quando pensada fora da imagem tradicional da balança que opõe estímulo material ao criador e interesse social em usufruir a obra ou invenção, leva a muitas outras ordens de consideração. Será que os artistas devem ser remunerados pela criação das obras? Poderiam eles contribuir para esse bem coletivo e anônimo que é a cultura humana sem ter usufruído e incorporado antes a rica e generosa contribuição dos outros artistas, contemporâneos e do passado? E se achamos que é preciso um estímulo material além da vaidade pessoal e da vontade de contribuir para o bem comum, não seria possível então desenvolver um sistema público de recompensa para os inventores, como sugere o economista Stephen Marglin? [10] Um sistema que premiasse as grandes idéias ? por meio de concursos públicos, por exemplo ? mas que não limitasse o uso dessas idéias a um empreendor individual?

Na verdade, questões como essas ? se deve-se ou não recompensar materialmente a criação e se a melhor forma de fazê-lo é através da exploração comercial privada ? são questões às quais não cabem respostas teóricas. São os movimentos sociais que estão buscando alternativas concretas à propriedade intelectual que deverão oferecer as respostas ? e, de fato, já estão a fazer.

Desde que obras e patentes passaram a ser registradas, os direitos sobre elas passaram a ser violados. Uma parte dessa violação dos direitos é, sem dúvida, mero crime. No entanto, à parte a violação marginal e clandestina dos direitos de propriedade intelectual (que pode ser muito grande, até mesmo dominante), sempre houve um fênomeno diferente de desobediência civil das leis que instauravam esses direitos. A desobediência civil, como se sabe, é muito diferente do crime. O crime é uma violação de lei clandestina, feita às escondidas e com o entendimento de que a lei que se viola é legítima. A desobediência civil, por sua vez, é uma violação pública das leis motivada por seu caráter ilegítimo. A desobediência civil se faz abertamente e ela não reconhece que a lei que está sendo infringida seja justa.

Desde que os direitos de propriedade intelectual foram instaurados, houve uma resistência aberta à sua aplicação no setor privado e comunitário. A enorme dificuldade de fiscalização fez com que essa desobediência civil tivesse um caráter passivo, que não se engajava na contestação das leis de propriedade intelectual, mas simplesmente as ignorava. As pessoas sabiam que os direitos existiam e deviam ser respeitados e simplesmente passavam por cima deles porque achavam que eram absurdos. Evidentemente não estou me referindo à pirataria comercial que era, sem exagero, apenas crime. A indústria pirata reconhecia a legislação vigente e fugia dela de forma clandestina, sem contestá-la. Aliás, todo industrial pirata não podia aspirar a coisa maior do que transformar sua indústria pirata numa indústria legal e passar a utilizar assim os direitos autorais a seu favor.

Mas coisa muito diferente eram os usuários que reproduziam a obra para fins não comerciais ? "para a sua instrução mútua e a melhoria das condições", como dizia Jefferson. Quando aparelhos de reprodução se popularizaram (o mimeógrafo, a fita cassete, a copiadora e em seguida a reprodução digital por computador), as pessoas automaticamente começaram a reproduzir livros, canções, fotos e vídeos, para si e seus amigos, sem pagar os devidos direitos, assim como, antes, já encenavam peças nas escolas e nos bairros e cantavam e tocavam canções para os amigos e para a comunidade também sem pagar os direitos. Por mais que a campanha "cívica" promovida pela indústria e pelo governo lembrasse a todos a importância de "pagar os direitos", as pessoas desconfiavam, frequentemente de forma intuitiva, que aquele pagamento não fazia sentido pois quem apenas usufria desse bem coletivo que é a cultura humana não podia estar roubando nada de ninguém. Como Benjamin Frankliln havia escrito na sua autobiografia, na produção da cultura (e do saber e da tecnologia), nada pode ser feito sem que se tenha antes aprendido com a imensa comunidade dos outros produtores contemporâneos e dos que nos precederam. E da mesma forma que usufruimos e aprendemos gratuitamente com todos eles ? de maneira tão ampla que sequer podemos nomeá-los individualmente ? devemos disponibilizar nossa contribuição para a formação das novas gerações.

Embora nem a indústria, nem o governo tenham conseguido coibir de forma eficiente o uso privado e comunitário das obras sem o pagamento dos direitos autorais correspondentes, [11] eles fizeram o possível e o impossível para obstruir a difusão de tecnologias de reprodução doméstica. [12] Foi assim, em 1964, quando a Phillips lançou o cassete de aúdio e a indústria fonográfica primeiro tentou impedir o lançamento do produto e depois fez lobby no Congresso para que fosse criado um imposto sobre os cassetes virgens para compensar as "perdas" da indústria resultantes das cópias que os usuários fariam de seus LPs para cassetes. O mesmo aconteceu em 1976 quando a Sony lançou o videocassete formato Betamax. A Universal Studios e a Walt Disney abriram um processo contra a Sony acusando-a de incitar a violação dos direitos autorais e, depois de uma batalha judicial que durou oito anos, a Suprema Corte finalmente reconheceu que a pessoa que gravava o último capítulo da novela não praticava pirataria. Depois, em 1987, chegou ao mercado um novo dispositivo de reprodução: a fita de áudio digital, que permitia gravações digitais fiéis sem recurso à compressão de dados (como acontece com o CD). Embora, de início, não tenha tido boa aceitação no mercado e, posteriormente, tenha apenas conquistado o mercado dos profissionais de áudio, a fita de áudio digital fez com que a indústria fonográfica entrasse em desespero. Em função de suas pressões foram propostas diversas leis e emendas no Congresso americano que buscavam limitar a capacidade de reprodução dos aparelhos e taxar as fitas virgens. Depois de muitas disputas, o presidente Bush (pai), ratificou, em 1992, no último dia do seu mandato, o "Ato sobre a gravação doméstica de áudio" que tinha sido aprovado antes, no Congresso, por voto oral (de forma que não se têm registros sobre quem votou a favor e quem votou contra). O Ato, entre outras medidas, obrigava todos os aparelhos de áudio digital a ter um dispositivo que impedia a cópia em série de uma fita (ou seja, depois de feita uma cópia, não se podia fazer outra cópia a partir dela) e instituía um imposto sobre os aparelhos (2% sobre o preço de venda) e sobre as fitas virgens (3% do preço de venda). O imposto, depois de recolhido, era distribuído da seguinte maneira: 57% para as empresas (gravadoras e editoras musicais) e apenas 43% para os autores. Seria este o tipo de incentivo ao autor que norteara o pensamento de Thomas Jefferson e dos fundadores da república americana quando conceberam as leis e instituições que regiam os direitos autorais?

O interesse crescente das grandes empresas na manutenção e ampliação dos direitos autorais se deve à forma específica como eles foram estabelecidos. Quando a propriedade intelectual foi concebida no final do século XVIII, sua finalidade era conceder ao autor um monopólio sobre a exploração comercial da obra, de forma que quem quisesse ler o livro que tinha escrito ou escutar a música que tinha composto, teria que pagar a ele. Ele poderia exigir esse pagamento porque tinha o direito exclusivo de comercializar a obra, sem concorrência. Mas é óbvio que os autores não podiam fazer isso. A não ser que o autor de um livro se tornasse também editor, ele não poderia diretamente explorar a obra. Ele teria que recorrer a um editor, a um capitalista, que iria explorar a obra por ele e tirar parte dos rendimentos para si próprio, como compensação pelo investimento. Dessa forma, o autor cedia ao capitalista o direito de exploração exclusiva, sem concorrência, que tinha recebido do estado e dividia com ele os dividendos da criação. Mas, nessa relação, o elo fraco era o autor. A distribuição de livros, discos e outros produtos sempre foi relativamente cara e havia muitos autores para poucas empresas interessadas em lançá-los. Isso fez com que as empresas tivessem um poder muito grande de determinar as condições dos contratos e conseguissem assim uma grande participação nos dividendos advindos da exploração comercial da obra. Era evidente que se o objetivo era estimular o autor e não beneficiar as grandes empresas, não havia porque o monopólio de exploração comercial ser cedido à empresa. A melhor forma de beneficiar o autor teria sido ele manter para si o monopólio de exploração e ceder para diferentes empresas concorrentes o direito não exclusivo de publicação da obra. Assim, com a concorrência entre as empresas, a obra seria barateada e melhor difundida e os dividendos se concentrariam com os autores que poderiam disputar licenças de exploração mais vantajosas. Com o monopólio de exploração comercial oferecido pelos direitos autorais sendo cedido integralmente para as empresas, não eram mais os autores que se beneficiavam primariamente, mas as grandes empresas da indústria cultural.

À medida que o poder da indústria cutural crescia, também cresciam as campanhas contra as violações dos direitos autorais. Essa pressão fez, de certa forma, com que aquela desobediência civil passiva que aparecia quando as pessoas simplesmente ignoravam as leis, se tornasse mais consciente e, assim, movimentos de oposição declarada aos direitos autorais começassem a surgir. Enquanto pequenos grupos de hackers radicais começaram campanhas de violação deliberada dos direitos autorais, distribuindo música, vídeos, textos e programas de graça na internet sob o lema "a informação quer ser livre", grandes movimentos espontâneos menos conscientes e menos radicais tomavam conta de um público mais amplo. Entre esses movimentos, o de maior impacto, sem dúvida, foi a formação da comunidade Napster.

O Napster era um programa "ponto a ponto" desenvolvido em 1999 pelo estudante Shawn Fanning que buscava superar a dificuldade de encontrar música em formato MP3 na internet. Até então, as músicas em formato MP3 eram disponibilizadas principalmente por meio de servidores FTP que, em geral, ficavam no ar apenas até uma grande gravadora encontrar o servidor e enviar uma mensagem ameaçando deflagrar um processo judicial. Para superar essa dificuldade, Fanning projetou um sistema ponto a ponto, em que usuários poderiam acessar arquivos em pastas compartilhadas em computadores de outros usuários através de links recolhidos por um servidor. Assim, suprimia-se a mediação dos servidores que armazenavam os arquivos. Os arquivos de música ficavam no computador de cada usuário e o servidor do Napster apenas disponibilizava os links de acesso a eles. O Napster trazia uma concepção inteligente que descentralizava o armazenamento dos arquivos. Com isso, criava uma situação legal ambígua. Não se tratava mais de um grande servidor distribuindo música, mas de uma rede de usuários trocando generosamente arquivos de música entre si. De certa forma, nada distinguia a troca de arquivos na rede Napster do hábito que as pessoas sempre tiveram de gravar fitas cassetes para os amigos. A diferença era que isso era feito numa rede de cinco milhões de usuários ? e foi com base nessa grande dimensão que a RIAA, a associação das gravadoras americanas, sustentou um processo contra o Napster.

Um dos fatos mais relevantes do fenômeno Napster foi a constituição da comunidade Napster. Na ausência de um servidor que armazenasse os arquivos, o funcionamento da rede Napster exigia uma comunidade de usuários que compartilhasse suas músicas de maneira generosa. Se todos estivessem na rede apenas para baixar músicas e se recusassem a disponibilizar os seus próprios arquivos, a rede fracassaria. Mas o notável é que, a despeito de não ganharem nada e, pelo contrário, consumirem uma fatia às vezes considerável da sua banda de acesso, milhões de pessoas disponibilizaram músicas para outras pessoas que não conheciam, formando uma verdadeira comunidade virtual.

O fenômeno Napster deflagrou grandes discussões públicas sobre os direitos autorais entre 1999 e 2001, quando o Napster perdeu o processo na justiça. Por um lado, essa discussão evidenciou o caráter de desobediência civil que envolvia a utilização do programa. Embora o estatuto legal do Napster estivesse em julgamento, na grande imprensa e na opinião pública formada por ela, a mensagem uníssona era a das grandes gravadoras e dos grandes artistas que condenavam o Napster e acusavam-no de roubo, pirataria e de tirar o sustento de milhares de artistas esforçados. Apesar dessa massiva campanha de propaganda dos órgãos de imprensa (muitos dos quais ligados a grupos empresariais que também controlam grandes gravadoras), as pessoas não paravam de aderir à rede Napster numa demonstração aberta de que não consideravam legítima uma lei que impedia a livre troca dos bens culturais.

A discussão sobre o Napster, por outro lado, gerou um debate sobre a remuneração dos artistas e sobre as dificuldades de se compatibilizar a livre troca de informações com o sustento de uma classe de criadores profissionais remunerados. Não apenas as grandes gravadoras se opuseram ao Napster, mas uma série de artistas estabelecidos, do Metallica a Lou Reed [13], argumentaram que a livre troca de música sem o pagamento dos direitos autorais retirava sua fonte de sustento. E embora esse debate tenha sido muito desequilibrado ? porque sempre estava ausente um verdadeiro opositor dos direitos autorais ? ele teve o mérito de pôr em evidência o objetivo primário da instituição dos direitos de autor.

Enquanto em alguns fóruns alternativos a possibilidade de um mundo sem direitos autorais era discutida um tanto teoricamente, um movimento iniciado por programadores começava a mostrar a viabilidade efetiva desse projeto. Não se tratava de pensar como poderia ser uma sociedade sem direitos autorais, mas de começar a pô-la em prática.

Embora muitas histórias possam ser contatadas sobre a origem desse movimento, podemos dizer que uma das suas principais manifestações teve origem no início dos anos 80 quando o programador Richard Stallman, do laboratório de inteligência artificial do MIT, abandonou seu emprego por se sentir constrangido pelas restrições de direitos autorais que impediam-no de aperfeiçoar programas comprados de empresas. Stallman sentia que as licenças de direitos autorais que negavam acesso ao código fonte dos programas (para impedir cópias ilegais) restringiam liberdades que os programadores haviam usufruído antes do mundo da informática ser dominado pelas grandes corporações ? a liberdade de executar os programas sem restrições, a liberdade de conhecer e modificar os programas e a liberdade de redistribuir esses programas na forma original ou modificada entre os amigos e a comunidade. Por esse motivo, Stallman resolveu iniciar um movimento que produzisse programas livres, programas que resguardassem aquelas liberdades que o mundo dos programadores conhecia antes das restrições empresariais. Foi com essas idéias que Stallman começou a conceber o sistema operacional GNU que depois de ter o kernel desenvolvido por Linus Torvalds ficou conhecido como Linux. [14]

O significado do desenvolvimento e principalmente da difusão do sistema operacional GNU/ Linux não é apenas o de romper o monopólio do sistema Windows, da Microsoft, mas, principalmente, de fazê-lo por meio de um empreendimento em grande medida coletivo e voluntário. Tirando alguns poucos funcionários que recebiam salários relativamente baixos da fundação de Stallman (a Fundação para o Software Livre), a maioria dos desenvolvedores do GNU/Linux eram programadores ligados a empresas e universidades que davam sua contribuição voluntariamente sem esperar qualquer outro tipo de retorno que não o reconhecimento público por um trabalho bem feito. Como Benjamin Franklin, esses programadores, entre os quais encontravam-se alguns dos melhores em sua área, doavam seu trabalho de forma "gratuita e generosa" esperando contribuir para "o bem comum" e "a melhoria das condições". E apenas com esse trabalho voluntário e generoso (que nos últimos anos passou a ser bem explorado por grandes empresas) conseguiu-se montar uma comunidade estimada hoje em mais de 15 milhões de usuários.

O sucesso da difusão desse sistema operacional e de centenas de outros programas livres deveu-se ao fato de que esses programas garantiam a permanência de suas características "livres". Quando Stallman iniciou o movimento pelo sofware livre, ele concebeu um tipo de licença de direitos autorais que assegurava a manutenção das liberdades em versões reproduzidas e melhoradas dos programas. A esse tipo de licença, Stallman deu o nome de "copyleft" (esquerdo autoral), num trocadilho com "copyright" (direito autoral) [15]. Ao invés de simplesmente abrir mão dos direitos autorais, o que permitiria que empresas se apropriassem de um programa livre, modificando-o e redistribuindo-o de forma não livre, Stallman pensou num mecanismo de constrangimento que assegurasse a manutenção da liberdade que o programador havia dado ao programa. O mecanismo pensado era reafirmar os direitos autorais abrindo mão da exclusividade de distribuição e alteração desde que o uso subsequente não restringisse aquelas liberdades. Em outras palavras, a pessoa que recebia um programa livre, recebia esse programa com a condição de que se o copiasse ou o aprimorasse, mantivesse as características livres que tinha recebido: o direito de rodar livremente, de modificar livremente e de copiar livremente. Com isso, os programas livres, frutos de esforços coletivos voluntários, ganhavam uma licença que garantia que mesmo que as empresas quisessem usá-los e distribuí-los, o fizessem de forma a manter suas liberdades iniciais.

O sucesso do sistema operacional GNU/Linux e do movimento do software livre trouxe um exemplo concreto da possibilidade de se constituir um sistema de criação onde a remuneração não fosse a forma principal de estímulo e onde o interesse coletivo de usufrir com liberdade a cultura humana fosse mais importante do que a exploração comercial das idéias. Claro que a objeção de que os autores ficariam desprovidos de sustento e teriam que sujar as mãos com trabalhos não puramente criativos permaneceu. Mas o exemplo de Richard Stallman que trocou o papel de programador que cedo ou tarde seria forçado a submeter-se às empresas pelo papel de conferencista e acessor técnico independente ou ainda, o exemplo de George Gershwin, que antes de garantir o sustento de sua família por três gerações, ganhou a vida executando, como pianista e regente, suas próprias composições, mostram que uma vida sem direitos autorais é possível.

Hoje o movimento pelo copyleft, pela livre circulação da cultura e do saber ampliou-se muito além do universo dos programadores. O conceito de copyleft é aplicado na produção literária, científica, artística e jornalística. Há ainda muito trabalho de divulgação e esclarecimento a ser feito e é preciso que discutamos politicamente os prós e os contras dos diferentes tipos de licença. Precisamos discutir se queremos conciliar a exploração comercial com a utilização não comercial livre ou se devemos simplesmente nos livrar dos mecanismos de difusão comercial de uma vez por todas; precisamos também discutir questões relativas à autoria e à integridade da obra, principalmente numa época em que o sampleamento e a colagem constituem formas de manifestação artística importantes; temos, finalmente, que discutir as inúmeras peculiaridades de cada tipo de produção adequando a licença ao que estamos fazendo (a ênfase na possibilidade de modificação de um programa de computador tem pouco cabimento quando aplicado à produção científica, etc.). Esse trabalho não é o trabalho de imaginar um mundo possível, mas de passar a construí-lo, aqui e agora.

NOTAS:

[1] www.midiaindependente.org

[2] Direitos de propriedade intelectual é um termo genérico para designar os direitos autorais, de patentes e de marcas. Neste artigo, falo um pouco dos direitos sobre patentes, mas, sobretudo, dos direitos autorais. Para a questão das marcas veja Naomi Klein, Sem Logo (Rio de Janeiro, Record, 2002).

[3] Carta de Thomas Jefferson para Isaac McPherson de 13 de agosto de 1813 (The Writings of Thomas Jefferson. Washington, Thomas Jefferson Memorial Association, 1905, vol. 13, pp. 333-335). Essa passagem é muito citada como argumento contrário à propriedade intelectual, mas a intenção de Jefferson é apenas mostrar que a propriedade intelectual não é natural ? o que não impede (e ele é um defensor disso) que ela seja instituída pela sociedade.

[4] Cláusula de direitos autorais e de patentes da Constituição Americana, art. I, § 8, cl. 8.

[5] Thomas Babington Macaulay, "A Speech Delivered in the House of Commons on the 5th of February 1841" In: The Miscellaneous Writtings and Speeches of Lord Macaulay. Londres, Longmans, Green, Reader & Dyer, 1880, vol. IV.

[6] Apesar disso, houve várias tentativas de introduzir o direito natural no tratamento da propriedade intelectual. Se a doutrina do direito natural vingasse, o direito de exploração comercial exclusiva perderia o caráter de concessão temporária justificada pelo estímulo à criação e se transformaria num direito permanente e hereditário. Isso levaria num curto prazo à completa mercantilização de todos os bens culturais. Felizmente isso não foi adotado em nenhum lugar. Na França, depois da revolução, a constituição de 1791 consagrou o direito "natural" à propriedade intelectual, mas a regulamentação desse direito sempre restringiu o monopólio a um período de exploração determinado.

[7] Evidência de que adequação à Convenção de Berne era apenas um pretexto é dada pelo fato de que apesar do período da vida do autor mais 50 anos ter sido adotado nos EUA em 1976, o país não aderiu à convenção até 1989 porque não abriu mão de outros ítens "menores" como a exigência de registro. Para todo esse levantamento, veja Tyler T. Ochoa "Patent and Copyright Term Extension and the Constitution: a Historical Perspective" Copyright Society of the USA (março de 2002): 19-125.

[8] A União Européia havia estendido o prazo de validade dos direitos autorais para a duração da vida do autor mais 70 anos.

[9] The Autobiography of Benjamin Franklin. Nova Iorque, P. F. Collier & Son, 1909, p. 112.

[10] Stephen Marglin "Origem e funções do parcelamento de tarefas" In: A. Gorz. Crítica da divisão do trabalho. São Paulo, Martins Fontes, 1989, pp. 37-77.

[11] Imagine a Warner exigindo das milhões de pessoas que fazem aniversário todos os dias pagamento pelos direitos de "Parabéns para você" (sim, há direito autoral para "Parabéns para você" e ele pertence ao grupo AOL Time Warner que recebe como pagamento pelos direitos aproximadamente dois milhões de dólares todo ano).

[12] Muito antes das disputas recentes envolvendo o cassete de áudio e o vídeocassete, pode-se lembrar o processo que a editora musical White-Smith moveu contra a Apollo Co. em 1908 pela venda de "rolos de piano", cartuchos cilíndricos com papel perfurado que eram utilizados por um dispositivo que permitia aos pianos tocarem músicas automaticamente.

[13] Quem se debruçar sobre a história da disputa sobre os direitos autorais vai sofrer desilusões com grandes artistas que muitas vezes puseram mesquinhos interesses privados acima dos interesses públicos. Não é apenas o caso do Metallica que identificou os interesses dos novos artistas com o das grandes empresas, lembrando que "apesar de todos nós gostarmos de criticar as gravadoras grandes e más, elas sempre reinvestiram seus lucros na exposição de novas bandas para o público? e que, ?sem essa exposição, muitos fãs nunca teriam a oportunidade de conhecer hoje as bandas de amanhã" (Lars Ulrich, baterista do Metallica, em declaração sobre o Napster). Numa audiência no congresso americano, buscando revisar as leis de direito autoral em 1906, o escritor Mark Twain, autor dos clássicos "As aventuras de Tom Sawyer" e "Huckleberry Finn" simplesmente defendeu o direito natural à propriedade intelectual. Após ser informado que tal doutrina era inconstitucional, passou a defender a extensão do direito para o maior prazo possível. Seus argumentos? "Eu gosto da extensão [do direito de propriedade intelectual] para cinquenta anos porque isso beneficia minhas duas filhas que não têm competência para ganhar a vida como eu ganho pois eu as eduquei como jovens senhoras que não sabem e não conseguem fazer nada." (E. F. Brylawsky e A. A. Goldman, Legislative History of the 1909 Copyright Act. Littleton, Fred B. Rothman, 1976, p. 117 citado por T. T. Ochoa, no artigo mencionado, p. 36)

[14] Richard Stallman "The GNU Operating System and the Free Software Movement" In: Mark Stone, Sam Ockman e Chris DiBona (eds.) Open Sources: Voices from the Open Source Revolution. Sebastopol, O'Reilly, 1999.

[15] O termo "copyleft" partiu de um amigo de Stallman que, brincando, escreveu certa vez numa carta: "Copyleft: all rights reversed" (esquerdos autorais: todos os direitos invertidos) em alusão à nota comum: "Copyright: all rights reserved" (direitos autorais: todos os direitos reservados). Veja o artigo de Stallman citado acima.

(c) 2002 É autorizada a reprodução deste artigo para fins não comerciais desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

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...– era ele – logo o reconheci e, instantaneamente meu coração sentiu vontade de pular pra fora de meu peito. Eram como se todas as incertezas fossem respondidas ali, como se tivessem pronunciado várias palavras, mesmo sem ter tido nenhuma, e literalmente era como se o tempo tivesse parado naquele momento, e só nós dois permanecíamos em movimento, porém tudo durou apenas alguns segundos.
Foi uma sensação estranhamente mavarilhosa, e depois disso, mesmo não tendo certeza do que realmente tinha acontecido ali, eu já sabia o que deveria fazer.

A jovem peregrina - Joyce Parra

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Flickr ♫ PROMOÇÃO MINHA DOLL É GAGA ♫

1 - Tire uma foto da sua pullip inspirada no clipe Telephone da Lady Gaga feat. Beyonce;
2 - Para se cadastrar, deixe nos comentários os seguientes dados:
Nome da mãe/pai (só o primeiro nome mesmo)
Nome da doll
Foto participante (no tamanho pequeno!!!)
3 - Válido apenas para pullips (para facilitar no momento da avaliação);
4 - As fotos podem ser postadas até dia 28 de agosto;
5 - O resultado sairá no dia 29 de agosto;
6 - A doll vencedora será escolhida por mim;
7 - Premiação:
* 1 cd Lady Gaga music pack The Fame
* 1 cd Beyonce I am... Sasha Fierce (deluxe edition - duplo)
* 1 roupinha para doll
* A foto da vencedora revelada
8 - Lembrando que a inspiração é no clipe, não necessariamente apenas na Lady Gaga!!!

- Dúvidas, é só comentar!!! E Boa Sorte!!!
- Comentários de dúvidas, serão respondidas por FM, porque irei deletá-los, pra que fiquem aqui apenas as fotos das participantes!


EDIT:
* Pode ser usado photoshop na foto sim, mas quanto mais original melhor.
* Pode haver mais de uma participação da pessoa, desde que ela tenha mais de uma pullip pra participar, ou seja, uma foto por pullip.
* Não precisa pagar nem enviar nada pra participar, basta fazer a foto e publicá-la até a data estipulada e deixá-la aqui nos comentários.

EM BREVE FOTO DO PRÊMIO

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Ahora también en Facebook!

www.facebook.com/pages/VITRINEONLINE/239063849462407

Cualquier duda vía Facebook o Flickr será respondida, sigo subiendo las mismas fotos de ropa en ambas paginas, visiten y miren con confianza!

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Flickr Embalse de Riaño
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El embalse de Riaño se encuentra situado al Este de la provincia de León, en la comunidad autónoma de Castilla y León, España. Pertenece a la cuenca del Duero, y es alimentado por el río Esla.

Las compuertas del Pantano de Riaño fueron cerradas el 31 de diciembre de 1987, y no existió ninguna inauguración oficial. Si bien su construcción comenzó en 1965, el retraso en su llenado se explica por un cúmulo de circunstancias sociales y políticas, y que con el paso de los años dieron lugar a protestas en contra de la culminación de las obras y del comienzo del llenado de la presa. Las mismas fueron en aumento, con manifestaciones multitudinarias, respondidas con cargas policiales para el desalojo forzoso de los residentes en los municipios afectados.

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Flickr Martha Medeiros.. AMIGO DE SI MESMO..

Fotos: fiz-nokia..


_Amigo de si mesmo_

Em seu recém-lançado livro Quem Pensas Tu que Eu Sou?, o psicanalista Abrão Slavutsky reflete sobre a necessidade de conquistar o reconhecimento alheio para que possamos desenvolver nossa autoestima. Mas como sermos percebidos generosamente pelo olhar dos outros?

Os ensaios que compõem o livro percorrem vários caminhos para encontrar essa resposta, em capítulos com títulos instigantes como Se o Cigarro de García Márquez Falasse, Somos Todos Estranhos ou A Crueldade é Humana. Mas já no prólogo o autor oferece a primeira pílula de sabedoria.

Ele reproduz uma questão levantada e respondida pelo filósofo Sêneca: “Perguntas-me qual foi meu maior progresso? Comecei a ser amigo de mim mesmo”.

Como sempre, nosso bem-estar emocional é alcançado com soluções simples, mas poucos levam isso em conta, já que a simplicidade nunca teve muito cartaz entre os que apreciam uma complicaçãozinha.

Acreditando que a vida é mais rica no conflito, acabam dispensando esse pó de pirilimpimpim.

Para ser amigo de si mesmo é preciso estar atento a algumas condições do espírito. A primeira aliada da camaradagem é a humildade.

Jamais seremos amigos de nós mesmos se continuarmos a interpretar o papel de Hércules ou de qualquer super-herói invencível.

Encare-se no espelho e pergunte: quem eu penso que sou? E chore, porque você é fraco, erra, se engana, explode, faz bobagem. E aí enxugue as lágrimas e perdoe-se, que é o que bons amigos fazem: perdoam.

Ser amigo de si mesmo passa também pelo bom humor. Como ainda há quem não entenda que sem humor não existe chance de sobrevivência? Já martelei muito nesse assunto, então vou usar as palavras de Abrão Slavutsky: “Para atingir a verdade, é preciso superar a seriedade da certeza”. É uma frase genial. O bem-humorado respeita as certezas, mas as transcende. Só assim o sujeito passa a se divertir com o imponderável da vida e a tolerar suas dificuldades.

Amigar-se consigo também passa pelo que muitos chamam de egoísmo, mas será? Se você faz algo de bom para si próprio estará automaticamente fazendo mal para os outros? Ora.

Faça o bem para si e acredite: ninguém vai se chatear com isso.
Negue-se a participar de coisas em que não acredita ou que simplesmente o aborrecem.

Presenteie-se com boa música, bons livros e boas conversas. Não troque sua paz por encenação. Não faça nada que o desagrade só para agradar aos outros. Mas seja gentil e educado, isso reforça laços, está incluído no projeto “ser amigo de si mesmo”.

Por fim, pare de pensar. É o melhor conselho que um amigo pode dar a outro: pare de fazer fantasias, sentir-se perseguido, neurotizar relações, comprar briga por besteira, maximizar pequenas chatices, estender discussões, buscar no passado as justificativas para ser do jeito que é, fazendo a linha “sou rebelde porque o mundo quis assim”.
Sem essa. O mundo nem estava prestando atenção em você, acorde. Salve-se dos seus traumas de infância.

Quem não consegue sozinho, deve acudir-se com um terapeuta. Só não pode esquecer: sem amizade por si próprio, nunca haverá progresso possível, como bem escreveu Sêneca cerca de 2.000 anos atrás. Permanecerá enredado em suas próprias angústias e sendo nada menos que seu pior inimigo.

Martha Medeiros












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Flickr Organização das perguntas que são respondidas durante a conferência
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Flickr Norma Morroni
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Norma Morroni en la Presentación de Euskal Herriaren Lagunak (EHL, Amig@s de Euskal Herria) en Uruguay.
Norma es la madre de Fernando Morroni. A Fernando lo asesinó el estado uruguayo el 24 de Agosto de 1994, cuando decenas de miles de personas salieron a las calles de Montevideo a solidarizarse con tres compañeros vascos que estaban presos en Uruguay, realizando huelga de hambre y a punto de ser extraditados. Ésta muestra de solidaridad del pueblo uruguayo, fue respondida desde el gobierno asesino de Lacalle, con represión, decenas de heridos y 2 compañeros asesinados, Fernando Morroni y Roberto Facal. Aún los culpables no han pagado por éstos crímenes, incluso en algunos casos han sido ascendidos en la jerarquía policial.
Norma es una luchadora social y una referente en la lucha por los DDHH en nuestro país. Milita en la organización de DDHH Plenaria Memoria y Justicia.
Ésta foto es durante el lanzamiento de EHL Uruguay el pasado 10 de Febrero.

Todas las fotos en rebelArte

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Flickr O Socialismo do Século XXI
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O socialismo do século XXI: * Atílio Boron - " Che tinha toda razão quando disse que "o socialismo como fórmula de redistribuição de bens materiais não me interessa". Trata-se da criação de um homem e de uma mulher novos, de uma nova cultura e de um novo tipo de sociedade, caracterizado pela abolição de toda forma de opressão e exploração, com o primado da solidariedade, o fim da separação entre governantes e governados e a reconciliação do homem com a natureza".
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"A burguesia não se depara com os falsos problemas que costumam paralisar o campo popular, esterilizado e desmobilizado em improdutivas discussões a respeito de se movimentos sim ou movimentos não, ou partidos sim ou partidos não", escreve o cientista político argentino Atilio Boron.

Atilio Boron, doutor em Ciência Política pela Harvard University, é professor titular de Filosofia Política da Universidade de Buenos Aires, Argentina, e ex-secretário-executivo do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO). O artigo foi publicado no sítio La Haine, 04-09-2008. A tradução para o português foi feita por Dênis de Moraes e se encontra em seu blog, 02-09-2008.

O propósito desta conferência é contribuir com alguns elementos para a discussão sobre o socialismo do século XXI. O tema, não por acaso, está sendo objeto de uma intensa e crescente discussão. Se fizermos uma rápida consulta ao Google e verificarmos o número de páginas existentes sobre o "Socialismo do século XXI", veremos que aparecem listadas mais de 1.200.000.

Dado o volume da bibliografia existente, nos limitaremos a examinar algumas idéias que nos parecem centrais e que gostaríamos deixar como aporte para um futuro trabalho de elaboração coletiva. Não têm pretensão alguma de ser exaustivas; pelo contrário, devem ser compreendidas como uma contribuição parcial ao debate em curso, com vistas a se alcançar uma definição cada vez mais precisa do horizonte socialista das lutas emancipatórias de nossa época.

Abordaremos esta reflexão a partir de uma distinção tripartida entre:

1. Os valores e princípios medulares que devem ser a base de um projeto que se reivindique como genuinamente socialista.

2. O programa desse projeto, isto é, o trânsito desde o universo dos valores à agenda concreta da construção do socialismo e as políticas públicas requeridas para sua implementação.

3. Finalmente, o tema do "sujeito histórico" (ou os sujeitos) desse projeto e suas características distintivas.

1. Valores

Trata-se de um tema-chave, porque um projeto socialista não pode manifestar a menor ambigüidade axiológica em relação à sua crítica intransigente e radical à sociedade burguesa. À luz das experiências que tiveram lugar durante a fase "keynesiana" do capitalismo, não se pode alimentar a menor ilusão a respeito da capacidade de se conseguir reformas profundas e sobretudo duradouras na estrutura deste tipo de sociedade. A involução sofrida em conseqüência da contra-revolução neoliberal a partir dos anos 1980 demonstra, fora de dúvida, que os avanços que se tinham produzido nos anos do pós-guerra - e que deram lugar a múltiplas teorizações sobre "o fim das ideologias", o esgotamento da luta de classes, as virtudes da ascensão social, o triunfo da democracia liberal, etc. - estão muito longe de ser irreversíveis.

Esta reversão confirmou, uma vez mais, a extraordinária resistência do capitalismo e sua capacidade para retornar à "normalidade" de seu funcionamento explorador, predatório e opressivo, já que se dissipam as conjunturas ameaçadoras que, nos anos do pós-guerra, o obrigaram a fazer passageiras concessões às classes subalternas. Componente estratégico dessa conjuntura foi a ameaçadora presença da União Soviética. Apesar de sua doutrina oficial de "coexistência pacífica", justamente criticada por Che Guevara em diversas intervenções orais e escritas, a simples existência do exemplo soviético (e, posteriormente, da Revolução Chinesa) obrigou as burguesias metropolitanas a aceitar reivindicações que, antes de 1917, teriam sido respondidas apelando-se aos serviços da gendarmerie.

Isto posto, é preciso sublinhar que um socialismo renovado face ao século XXI não pode ficar reduzido à construção de uma nova fórmula econômica, por mais determinadamente anticapitalista que esta seja. Che tinha toda razão quando disse que "o socialismo como fórmula de redistribuição de bens materiais não me interessa". Trata-se da criação de um homem e de uma mulher novos, de uma nova cultura e de um novo tipo de sociedade, caracterizado pela abolição de toda forma de opressão e exploração, com o primado da solidariedade, o fim da separação entre governantes e governados e a reconciliação do homem com a natureza.

2. Projeto

A exposição anterior analisou, brevemente, a problemática dos valores e destacou a inquestionável superioridade ética do socialismo em relação ao capitalismo, tema que não se deve esquecer, a despeito de ser com freqüência deixado de lado. Vejamos agora o projeto e um caso especial: "o planejamento central" da economia, que, no passado, foi interpretado como essencial ao socialismo e que, hoje, aparece claramente como produto de uma época, não existindo razões irrebatíveis para que seja mantido no futuro.

Se, no marco do desmonte do Estado czarista, da Primeira Guerra Mundial e da selvagem agressão perpetrada contra a jovem República soviética, a socialização da economia foi assimilada com a total estatização das atividades econômicas, na atualidade essa receita não só é inadequada como também contraproducente para a consolidação de um projeto socialista nas condições atuais da economia mundial.

Se o modelo da estatização total da economia foi uma necessidade imposta por determinadas circunstâncias, isto não significa que deva ser a única alternativa de um projeto socialista. E tal conclusão é válida mesmo quando se leva em conta que, naquele tempo, esse modelo foi altamente exitoso porque tornou possível um formidável desenvolvimento das forças produtivas e converteu o país mais atrasado de Europa no começo do século XX numa grande potência industrial e militar. No entanto, suas conquistas numa fase de industrialização extensiva não foram suficientes para responder eficazmente aos novos desafios propostos pela terceira revolução industrial, com o desenvolvimento da microeletrônica, das telecomunicações, da informática e de todas as aplicações industriais derivadas destes progressos científicos. Gradualmente, foi perdendo terreno ante seus rivais capitalistas, até chegar à sua inglória derrubada final, quando todo o edifício político construído pela primeira revolução proletária da história - um acontecimento extraordinário na vida das nações - se desaprumou sem um só disparo, ante a incrível indiferença da população.

A magnitude do tema das grandes mudanças econômicas mereceu uma aguda observação do Comandante Fidel Castro em seu discurso de 17 de novembro do 2005, na Universidade de Havana, em comemoração ao sexagésimo aniversário daquela instituição. Disse, na oportunidade, que "seremos idiotas se acreditarmos, por exemplo, que a economia - e que me perdoem as dezenas de milhares de economistas que há no país - é uma ciência exata e eterna, e que existiu desde a época de Adão e Eva. Perde-se todo o sentido dialético quando se crê que essa mesma economia de hoje tanto faz em relação à de 50, 100 ou 150 anos atrás, ou tanto faz em relação à época de Lenin, ou à época de Karl Marx".

Fidel tem razão: a economia de hoje não é a mesma de 50 anos atrás. Não o são também nem o paradigma produtivo, nem as modalidades de circulação das mercadorias, nem as características do sistema financeiro, nem o entrelaçamento mundial do capital e o deste com os Estados dos capitalismos metropolitanos. Portanto, as políticas econômicas do socialismo devem necessariamente partir do reconhecimento das novas realidades. E, ao mesmo tempo, ter a humildade e a sensatez necessárias para desconfiar de fórmulas livrescas, pret-à-porter, que se apresentam como válidas, a todo tempo e lugar, para a construção do socialismo. Na mesma fala aos universitários, Fidel dizia que "um de nossos maiores erros no princípio e, muitas vezes, ao longo da Revolução foi crer que alguém sabia como se construía o socialismo". Lição importantíssima, não só por vir de quem veio, como também porque desafia a tendência pertinaz na esquerda de reduzir a construção do socialismo à aplicação de uma receita, um modelo, uma fórmula.

3. Sujeitos

Claramente, no plural. Não existe um único sujeito - e muito menos um único sujeito preconstituído - da transformação socialista. Se no capitalismo do século XIX e começos do XX podia postular-se a centralidade excludente do proletariado industrial, os dados do capitalismo contemporâneo e a história das lutas de classes sobretudo na periferia do sistema demonstram o crescente protagonismo adquirido por massas populares que no passado eram tidas como incapazes de colaborar na instauração de um projeto socialista. Camponeses, indígenas, setores marginais urbanos eram, no melhor dos casos, coadjuvantes num discreto segundo plano da presença estrelar da classe operária.

A história latino-americana, desde a Revolução Cubana até aqui, demonstrou que, ao menos nos capitalismos periféricos, o exclusivismo protagônico do proletariado industrial não foi confirmado pelos fatos. Basta recordar a caracterização de "povo" feita por Fidel Castro em A História me absolverá, ou o papel dessas massas populares urbanas e rurais nos levantamentos que tiveram lugar em Bolívia e Equador (e que se traduziram posteriormente nas vitórias eleitorais de Evo Morales e Rafael Correa), ou o heroísmo dessas massas na derrota do golpe de estado de abril do 2002 contra a Revolução Bolivariana, para apreciar, em toda a sua amplitude, a multiplicação dos sujeitos da resistência e oposição ao capitalismo.

Para finalizar, não poderíamos deixar de examinar esta problemática sem questionar a falsa oposição que costuma haver entre partidos e movimentos sociais. Lamentavelmente, nos últimos tempos esta oposição radical se arraigou muito profundamente no imaginário de numerosos atores sociais e políticos da América Latina e do Caribe. A conseqüência foi que, enquanto os partidos políticos de esquerda foram todos eles satanizados e considerados, sem se fazer distinção alguma - portanto, cometendo-se uma enorme injustiça com alguns que lutaram exemplarmente contra as ditaduras que assolaram nossos países nos anos 1970 e 1980 -, como aparelhos burocratizados, desmobilizadores e claudicantes, os movimentos sociais foram exaltados como excelsas organizações imunes às deformações burocráticas, às ambigüidades, aos personalismos e às mesquinharias que, segundo esta pouco feliz interpretação, caracterizariam aos partidos de esquerda da região. Tal simplificação não resiste à menor análise, e quem estiver minimamente informado sobre a realidade sociopolítica de nossos países sabe que vícios que se atribuem, muitas vezes com justa razão, aos partidos também afetam, em maior ou menor medida, os movimentos sociais. As exortações a favor da horizontalidade e o "basismo" nem sempre encontram uma tradução real na vida concreta dos movimentos e, não raro, são um discurso divorciado dos fatos. E as "novas formas de fazer política" com que os movimentos sociais muitas vezes se apresentam na cena pública para diferenciar-se da velha politicagem reinante costumam, mais fácil do que se imagina, dar lugar à ressurreição de práticas odiosas que se acreditavam exclusivas dos partidos.

Em outras palavras: partidos e movimentos representam dois modos de articular os interesses do campo popular, modos que não são contraditórios e sim complementares, entre outras coisas porque jogam em diferentes palcos: os partidos no marco das instituições políticas e os movimentos no seio da sociedade civil. Se os movimentos demonstraram possuir capacidade potencial para estabelecer uma conexão mais estreita com sua própria base e representar de maneira mais imediata seus interesses, evidenciam em contrapartida enorme dificuldade na hora de sintetizar a multiplicidade de particularismos que encarnam numa fórmula política e numa estratégia unificada que possa enfrentar com sucesso a estratégia unificada da burguesia.

Tanto os partidos como os movimentos parecem ignorar que a burguesia jamais aposta todas suas cartas num só palco, e sim, continuamente, combina táticas e estratégias que utilizam tanto os canais institucionais (as eleições e todas as instituições políticas do Estado) quanto os canais extra-institucionais: a rua, as mobilizações, a propaganda política, os meios de comunicação de massas, sabotagens, lock-outs patronais, fuga de capitais, greve de investimentos, chantagens sobre os governantes, etc.

Numa palavra, a burguesia não se depara com os falsos problemas que costumam paralisar o campo popular, esterilizado e desmobilizado em improdutivas discussões a respeito de se movimentos sim ou movimentos não, ou partidos sim ou partidos não. Profunda conhecedora do poder e seus segredos, a burguesia utiliza todas as armas disponíveis em seu arsenal, sem se importar com características específicas, enquanto seus opositores se desagregam estabelecendo primazias entre uma coisa e outra, ficando por isso mesmo à mercê de seus inimigos de classe.
___ -
Domingo, 7 de setembro de 2008 - 10h46min - por IHU
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Fonte: CEBI - CENTRO DE ESTUDOS BÍBLICOS:
www.cebi.org.br/noticia.php?secaoId=5&noticiaId=811
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Site de Leonardo Ramalho:
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Flickr é isto, é aquilo ... é amor.

Não me perguntem o porque, porque eu sei lá.
Peguei na maquina, apenas isso, senti necessidade de lhe tocar.
As vezes tem de ser mesmo, fazer algo com paixão.
Sem inspiração é o meu estado de momento, e dai?
Tento arranja-la a todo o custo.
Nem que seja para escrever mais estas breves linhas.
Não quero perder muito tempo com isto, brevidade é o meu desejo para hoje.
Brevidade e objectividade, para ser mais precisa.
O tempo voa e mantenho-me aqui.
As pessoas vão e eu continuo aqui.
Estou sempre aqui…
Umas vezes com os pés no chão, mas na maioria das vezes com eles na lua.
O porque? Essa pergunta é fácil de mais para ser respondida.
E mesmo assim? Respondo, eu estou aqui por o que tenho desde a muito tempo vindo a estar.
Por ti, claro.
Vou manter-me aqui, quer seja com os pés assentes na terra ou com eles no ar a flutuar.
Tenho pensado em metáforas e existem coisas que são mais que uma simples metáfora.
Amo-te e amo-te de verdade !

-

Um desafio para vocês !
Quem eu marcar nesta fotografia , escrever uma listinha dos desejo para o Novo Ano , sejam criativos *-*
(L)

Love Project #21/50

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Flickr Anhangabaú revelado em p&b (Zeiss Ikon Mess Ikonta 524/16)
Tags: brasil   zeiss   sãopaulo   pb   asa400   ilfordhp5plus   centrodacidade   valedoanhangabaú   adobelightroom   prontors   fotoanalógica   antoniocarloscastejón   zeissikonikontamess52416   novaranastigmat135f75mm   médioformato6x6   scannerepsoncx7700em300ppi   
Vale do Anhangabaú - São Paulo/SP - Brasil

Minha primeira foto revelada em p&b
Algo estranho aconteceu: Escura demais.

O que será?
A marca do filme?
O tempo de exposição menor com ASA / ISO maior não deu certo?

Bem, essas e outras perguntas serão respondidas na próxima seqüencia :)


A ficha não muito técnica:) é esta:

Foto analógica: 120mm
Filme: ILFORD HP5 PLUS
ASA / ISO: 400
Máquina: Zeiss Ikon Mess Ikonta 524/16
Lente: Novar-Anastigmat f3.5 75mm
Abertura focal em B por cerca de 10 segundos em F8

www.flickr.com/photos/carloscastejon/3993277303

Scanner: Epson CX7700 em 300ppi
Software: Adobe Lightroom (apenas fotometria)

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Flickr "A Vida não é uma pergunta a ser respondida. É um mistério a ser vivido."


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Flickr Final Feliz (Lean por favor)

El 2 de Junio del vigente, alrededor de las 21hs., me asaltaron.
Estaban armados, eran 4 personas, 3 hombres y 1 mujer. Todos apenas sobrepasaban los 18 años, especialmente 2 de ellos que hasta parecian menores.
Nos amenazaron a mi y a la persona con la que me encontraba en ese momento de vaciar nuestras mochilas y darles todo objeto de valor, o nos "pegaban un tiro en la cabeza". El hombre que me acompañaba por suerte no se alejo de mi en ningun momento, me protegio de lo peor, por mas que se llevaron mi billetera, y mi camara fotografica...
Indignada, dolida y hasta atormentada, volvi a mi casa sola. Le conte a mi padre lo sucedido, me acuerdo que no podia parar de temblar y que tenia un globo lleno de aire densisimo mas grande que ninguno otro que tuve en la garganta.. No me dejaba respirar, apenas me dejaba hablar para explicarselo todo a mi padre.
De todas formas, no pare de pensar: NO PASO NADA DE LO PEOR, estoy viva e intacta.. Quien sabe que cosas podrian haberme pasado, y mas si tuviera la mala suerte de estar sola en ese momento (cosa que no fue asi).

Al dia siguiente me desperto sonar del telefono, supe que era mi madre antes de atender, y efectivametne lo era. Ese dia me dirigi a su casa y no sali de alli en toda la tarde. Lo necesitaba.. Necesitaba contencion y proteccion. Me sentia completamente despojada de todo (o lo unico) que podia hacerme bien en esta vida.. O que por lo menos era lo que me hacia sentir MEJOR QUE NADA.
Los dias pasaron, semanas tambien. Amistades nuevas demasiado especiales y algunas pocas viejas, junto con familiares y conocidos, me ayudaron a estar en pie, y de la mejor manera posible. Y lo lograron.
Busque trabajo. No lo encontre. Es increible como en todos lados piden experiencia hasta para el empleo mas bobo.. El problema es que si NADIE da oportunidad a personas sin experiencia, como creen que algun dia podrian llegar a tener experiencia alguna?.. En fin, esa es otra historia. Asi que sigo buscando trabajo.

Un dia, despues de mucho tiempo de no abrir su casilla de correos, mi madre decide abrirla, solo por mera casualidad (ya que no es muy dada con Internet y demas).
Lo que encontro alli hasta el dia de hoy sigue sorprendiendome y sigo sin poder creerlo, simplemente porque no es algo que se vea usualmente en este mundo.. Simplemente porque fue DEMASIADO BUENO para ser cierto.. Demasiado bueno, si, no deberiamos estar acostumbrados a la desgracia, pero en este mundo lamentablemente casi todos lo estamos, y muy acostumbrados, no? Bueno.. Creo que en estos casos no es del todo malo tener esa costumbre desde siempre. Si no estuvieramos acostumbrados a los problemas, no podriamos apreciar de una forma INCREIBLE lo que sucedio a continuacion:
Mi madre, enbroncada por lo sucedido con el robo de mi camara y que para colmo no consiga empleo habiendo sido por 15 años siempre la mejor o segunda mejor del curso, escribio una carta al Diario Clarin contando lo sucedido, quejandose de la situacion socio-economica y hasta laboral.
Esa carta fue publicada, pero mi madre, en ese entonces tan absorvida por la furia y el impulso, simplemente ni siquiera recordo que habia escrito algo asi. Y no solo fue publicada, fue RESPONDIDA.

Lo que encontro esa tarde en su casilla de e-mail fueron 4 mails: Una persona felicitandola por la publicacion, otra ofreciendole una propuesta laboral para mi, otra persona ofreciendo prestarme su camara hasta que yo tuviera la mia propia, y una persona ofreciendome su camara de regalo.
Simplemente... No podiamos creerlo!! Que alguien respondiera a las cartas de lectores del diario ya de por si es algo CASI IMPOSIBLE, pero que encima fueran 4 y se preocuparan tanto por completos extraños.. Quedamos simplemente CONMOVIDAS. Fue un momento increible, sigue siendolo, es hasta el dia de hoy en que contamos lo sucedido a nuestros conocidos y familiares con alegria, asombro, emocion, esperanza en nuestro tono de voz.
Todas esas personas, me dieron eso: ESPERANZA, una segunda oportunidad de seguir mi camino, una mano para ayudarme a levantarme. Me dieron VIDA.

Siempre les voy a estar agradecidas a todos ellos, es algo tan inesperado y hermoso lo que me toco pasar que simplemente no se como agradecerles a todos y cada uno de ellos: Por interesarse por el otro, por brindar ayuda al projimo, por ser buenos ciudadanos, buenos humanos, hermanos.. Despues de todo es lo que somos, todos y cada uno de nosotros.
Personas que me conocen desde mas chica saben perfectamente mi "desilucion" hacia la humanidad. Si alguno de ellos lee lo que estoy diciendo por estas personas, y gracias a estas personas, sabria exactamente lo mucho que me conmueve esta situacion.
Simplemente no se como puedo decir GRACIAS, mas que decirlas un millon de veces de millones de formas diferentes por estos ANGELES que dejaron entrar y hacerse paso en mi vida, cruzarse en mi camino aunque sea por un instante, ayudarme o darme una mano para levantarme, y hacerme ver y aprender una de las mejores lecciones de mi vida:
"Es verdad que hay mucha gente mala en el mundo, desgracias, rencor y tristeza.. Pero tenemos que aprender a apreciar todas las cosas buenas que tenemos, saber recibir al otro, saber brindar amor, saber ayudarnos entre nosotros, respetarnos y acompañarnos. Somos todos hermanos, y ese por mas que no lo notemos a diario, es uno de los mejores regalos que nos puede dar la vida. Aprendamos a vivir juntos, en armonia con nuestro Planeta. Sa que se puede, nunca lo crei antes, pero desde hace un mes con la llegada de esos cuatro e-mails que LO CREO. Juntos TODO es posible"

No me queda nada mas que decir.
Esta es mi historia, queria compartirla con ustedes, por aca y por muchos otros lugares, de muchas formas diferentes.
Quise compartir mi historia con el mundo, espero que sepan recibirla y apreciarla :)
Espero que les haga creer un poquito mas en que las cosas buenas realmente PASAN. A pesar de todo y de todos, este mundo todavia tiene salvacion, existe la bondad en el, solo hay que buscarla, o dejarse alcanzar por ella.. Y seguirla♥

Gracias por su atencion a todos, que tengan un muy bello dia!

~Nadia.

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Flickr Pôr do Sol
Tags: natureza   
"A vida não é uma pergunta a ser respondida.
A vida é um misterio a ser vivido."

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Flickr Unhas de Carnaval + Tag
Tags: carnaval   unhas   esmaltes   konad   
Oi meninas!!

Atrasada, vim aqui mostrar pra vcs o que usei no Carnaval!! Foi suuper fácil de fazer e ficou lindo! *-*
Escolhi 5 cores pastéis e pintei cada unha de uma cor, foram elas:

Azul Céu (Ludurana)
Merengue (Top Beauty)
Belini (Ana Hickmann)
Maria Clara (L'a Pogée)
Porto de Galinhas (Dote)

Depois carimbei com a plaquinha da m57 da Konad, e usei as cores:

Azul Cobalto (Impala)
Correta (Ludurana)
Amarelo Pop Art (Colorama)
Esmalte pra carimbo verde (Hits)
Violeta (Colorama)

Finalizei com o top coat da Ideal, e o único que borrou foi o verde, como vcs podem ver.. ¬¬

O que acharam meninas?! Fez o maior sucesso aqui!!!

E aproveitando o clima de Carnaval, já to pganado a TAG Carnaflickando! Fui indicada pela Nandafe e pela Fran! Obrigada meninas!


______________________________



Regras:
- Postar uma foto sua bem carnaval.
- Indicar 10 pessoas.

Eu considero essa data: meio sem sentido... Não curto muito e não vejo o porque dela existir, mas gosto muito de ver os desfiles das escolas de samba! E adoro pq é feriadão prolongado, né?! Rs..

Vou passar o carnaval: Passei na praia de Caiobá, como de costume..

Já tem alguma idéia de como vai pintar as unhas para essa data? Já tá respondida!

Gosta de usar fantasias? Acho super legal, mas é mto dificil eu usar..

Conte uma loucura que você já fez no carnaval: Putz, não me lembro de nehuma.. só sei que esse ano uma das noites foi na Delegacia pq uma das amigas foi pega no bafõmetro.. ¬¬ (Ela tinha bebido um pouco sim, não estava bêbada, mas o índice do bafõmetro foi super alto pq ela não se alimenta direito.. muda de organismo pra organismo, né?!)

É isso!!!

Beijos!!
=*

Recent Updated: 5 years ago - Created by Juhh - - View

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Flickr mensagem_lida,respondida_e_apagada


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Flickr espera...
Tags: waiting   espera   desconhecido   afnikkor50mmf18d   nikond80   085365   project365bokeh   
"Se o amor for grande...
a espera não será eterna,
os problemas não serão dilemas,
e a distância será vencida.
Se a compreensão insistir,
as brigas fortalecerão-nos,
os fatos farão-nos rir,
e os diálogos marcarão-nos.
Se o respeito prevalecer,
os carinhos serão doces e suaves,
os beijos profundos e cheios de valor,
e os abraços calorosos e confortantes.
Se a confiança existir,
a dúvida se extinguirá,
as perguntas serão respondidas,
e as palavras poderão ser ditas.
Talvez não seja um amor eterno.
E não é um amor doentio,
Nem um amor ideal.
Mas um amor verdadeiro.
Aquele que vence as barreiras
Impostas pela vida e pelas ocasiões.
Aquele que não teme a escolha,
E faz a opção de simplesmente
Ser intensamente vivido."

desconhecido

bokeh project 085/365

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Reprodução Proibida - ® Todos os direitos reservados

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Flickr Hoje.... o Rosarinho estava assim
Tags: sunset   portugal   anoitecer   thinkingofyou   moita   tânia   snowshoee   rosarinho   locabandoca   praiadorosário   oneheartfortânia   1612009   
:))
0,00h
Acabei de chegar a casa, desculpem a demora do post mas não tive acesso à net. A Snow está muito mais reactiva, quem a foi ver foi a A. Só pode entrar mais tarde porque estavam a trazer um outro doente e nessas alturas ninguém entra mas esteve com ela bastante tempo. A Tânia reconheceu-a, deu-lhe a mão e manteve-a apertada. Pede muitas vezes um sítio para escrever para se fazer entender e a enfermeira diz-lhe que ela não tem força para o fazer. A Tânia não percebeu ainda que, por agora, está mais limitada fisicamente. Mas o que interessa é que elas foram conversando, ela conseguiu fazer-se enterder e foram conversando, com respostas de sim e não, e perguntas que foram sendo respondidas. Na altura de ter que sair, a A. foi-lhe dizendo e a Tânia, puxou-lhe a mão para junto do coração e segurou-a, não a queria deixar ir embora. Quando a A. saiu, telefonou-me, contente «, contente, com a lagriminha no olho e a dizer: É impressionante as melhoras que ela tem no espaço de dois dias, os progressos são imensos. Ainda bem, A., ainda bem que foste para nos dares notícias da nossa menina. Muito obrigada. E obrigada por mo dizeres em primeira mão, ainda com a voz cheia de emoção. Fez-me bem ouvi-lo. Bêjos para ti Bêjos para a Tânia.

Snow is much more responsive. A. went to see her, she recognised her, held her hand and kept it squeezed. She often asks something to write on, but the nurse tells her she's too weak for that. Tânia hasn't realised yet that she's more limited physically now. When A. said she was leaving, Tânia pulled her hand towards her heart and held it, not wanting to let her go. A. was teary and impressed at how much she has improved in two days. Thank you for telling me all this A.
Kisses for you and for Tânia.

Recent Updated: 5 years ago - Created by Loca.... - View

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Flickr Mi carta queda respondida!!


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Flickr Ana respondida
Tags: ana   e   samuel   

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Flickr Áustria - Viena - A eterna capital da cultura que tanto prazer nos deu visitar...
Tags: china   california   birthday   park   christmas   new   city   nyc   blue   parque   cidade   party   england   people   bw   music   newyork   canada   paris   art   beach   nature   arquitetura   night   canon   germany   de   photography   austria   ana   concert   pessoas   nikon   orleans   espanha   flickr   museu   basilica   almudena   papas   capital   nazis   edificio   central   catedral   australia   carlos   arena   cruz   monte   anos   mundial   viena   nimes   carcassone   belgica   bruxelas   budapeste   cultura   berlim   alemanha   cataros   cem   parlamento   montsegur   patrimonio   napoleao   agricola   economica   coraçao   comerciais   ocidental   
O Karlskirche, ou St. Charles é uma das Igrejas, mais interessantes e dos maiores edifícios religiosos de Viena. Encomendada pelo imperador Carlos VI, graças a uma oração respondida, este edifício barroco também foi projectado para glorificar o Império do Habsburgo. Em 1713, a Peste Negra varreu Viena, e o Imperador Carlos VI fez uma promessa: Se a praga deixasse a cidade, ele iria construir uma igreja dedicada ao seu homónimo, São Carlos. St. Charles Borromeo foi um bispo Italiano do século XVI, famoso por ministrar a Milanese às vítimas da peste.

A oração do imperador foi respondida, e a construção da igreja não se fez esperar, as obras começaram em 1715. O Karlskirche foi construída sobre o que era então a margem do rio Wien e hoje é a ponta sudeste de um complexo e belo parque. O mestre barroco Johann Bernard Fischer von Erlach fez o trabalho original de 1716 a 1722.

Após a sua morte em 1723, o seu filho assumiu o comando das obras e dirigiu o projecto até á sua conclusão em 1737. JM Rottmayr foi o pintor de muitos dos frescos que embelezam o interior deste magnífico Templo no período de 1725 a 1730. O projecto, ambicioso e criativo do Karlskirche combina elementos arquitectónicos da Grécia antiga (o pórtico de colunas), Roma antiga (as duas colunas de Trajano) e o contemporâneo Barroco Vienense (a cúpula e as torres). A cúpula de cobre verde sobe a 236 metros de altura, tornando-se um marco importante no horizonte Vienense.

O projecto da igreja nunca foi imitado e sempre foi considerado como alvo de curiosidade arquitectónica, e isso confere-lhe um grande interesse entre as igrejas mais convencionais barrocas da Áustria e proporciona sem duvida uma visão mágico, especialmente quando iluminado à noite. Certamente a característica mais surpreendente da igreja são as grandes colunas da fachada, projectada em imitação directa da coluna de Trajano em Roma com um toque barroco no topo. Os relevos representam cenas da vida de São Carlos Borromeu. O interior da igreja é muito mais convencional do que o exterior, com alta decoração barroca. Os frescos retratam St. Charles Borromeo implorando á Santíssima Trindade para acabar com a praga em Viena.

*===****===* Todos os direitos reservados ==***== Todos los derechos reservados ==***== All rights reserved ==**== Tutti i diritti riservati ==**== Alle Rechte vorbehalten ==**== Tous droits réservés =**=

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Flickr Mitos y leyendas: El Gauchito Gil
Tags: argentina   canon   mito   leyenda   gauchitogil   cordobaargentina   
La pregunta no respondida es si es un mito, una leyenda o un santo, pero lo único realmente cierto es que forma parte de la cultura popular.

El Gauchito Gil forma parte del "santoral profano" o sea que no es un santo reconocido por la iglesia, pero si es reconocido por gran parte de la población que los días 8 de febrero se acercan a su tumba (cerca de 100.000 personas) para rendirle homenaje.

No existe una única versión de cómo vivía, pero se sabe nació en la zona de MERCEDES, CORRIENTES entre los años 1830 y 1870 y dicese que su nombre verdadero seria ANTONIO MAMERTO GIL NÚÑEZ o ANTONIO GIL.

En esos años en la provincia de Corrientes había un enfrentamiento político entre los colorados y los celestes

Dicese que el gaucho pertenecía a los colorados (POR ESO SE VEN LAS BANDERAS ROJAS EN SU SANTUARIO),y que era una persona buena y siempre dispuesta a ayudar y que fue un HÉROE EN LA GUERRA CON EL PARAGUAY.

Hasta aquí es lo que se sabe de su historia en forma oral.

Cerca del l850 se enfrentaron celestes y colorados en las batallas de "Ifran" y "Cañada del tabaco" y es por eso que el coronel celeste JUAN DE LA CRUZ SALAZAR cito a todos los hombres posibles para librar esas batallas, haciendo lo mismo con EL GAUCHITO GIL.

Fue entonces que el GAUCHITO dijera que no había que pelear entre hermanos, y no se presento a la convocatoria de SALAZAR.

Cabe acotar que en esa época la deserción se pagaba siendo degollado o fusilado.

De esa manera el GAUCHITO fue considerado como un DESERTOR.

Es aquí donde se desdobla la historia; una dice que al tiempo se presenta arrepentido a pelear en otra batalla y es enviado a GOYA para ser juzgado.

Otra historia dice que al ser despojado de todos sus bienes por la milicia se oculta con un grupo de bandoleros a quienes comandaba compartiendo con los pobres la plata robada.

Pero al final CON LA DETENCIÓN DEL GAUCHITO COMIENZA LA VERDADERA LEYENDA.

El coronel VELÁSQUEZ manda avisar a SALAZAR de la detención de GIL y al preguntar los motivos Salazar dice que es por ser un DESERTOR.

VELÁSQUEZ, que conoce a GIL como un buen hombre le expresa a Salazar esta circunstancia y este ultimo para complacer a Velásquez le dice que con la firma de 20 "notables" de la zona pediría clemencia para Gil al gobernador .

Ya en GOYA-CORRIENTES el gaucho fue colgado de los pies para ser degollado, y fue en ese momento que el gaucho dijo al sargento que lo mataría "NO ME MATES QUE LA ORDEN DE MI PERDÓN ESTA EN CAMINO"

A lo que el sargento contesto "IGUAL NO TE VAS A SALVAR", y el gaucho replico "NO SI YO SE QUE LO MISMO ME VAS A DEGOLLAR, PERO TE DIGO MAS, CUANDO LLEGUES A MERCEDES JUNTO CON LA ORDEN DE MI PERDÓN TE VAN A DAR LA NOTICIA DE QUE TU HIJO SE ESTA MURIENDO DE MALA ENFERMEDAD, Y COMO VOS VAS A DERRAMAR SANGRE DE UN INOCENTE, INVÓCAME PARA QUE YO INTERCEDA ANTE DIOS Y CURE A TU HIJO.

A la vuelta el SARGENTO del cual se desconoce el nombre, comprueba que lo dicho por GIL era verdad, es así que invoco al gauchito y al otro día se produjo el milagro y su hijo sano.

DICESE QUE AL PASAR POR ALGÚN SANTUARIO DEL GAUCHITO GIL HAY QUE SALUDARLO CON LA BOCINA DEL AUTO PORQUE SINO ESE VIAJERO NO LLEGA A DESTINO O SUFRE GRANDES DEMORAS

Ricardo Grande

Después de 37 años pasando por esta ruta,
a metros la Difunta Correa, hoy este mito me atrajo la atención.

Recent Updated: 6 years ago - Created by PatoBel - View

Copyright and permission to use should be sought to the author - PatoBel
Flickr The Cramps - A date with Elvis
Tags: cramps   the   
The Cramps – A date with Elvis

Estas fueron criaturas que sobrevivieron los ochenta con una buena dosis de rocanrol, rockabilly y con un motor alimentado por el imaginario del sexo en sus múltiples formas. Una banda juguetona, conformada principalmente por la pareja de Lux Interior y de Poison Ivy, que tuvo que sufrir varios cambios antes de poder lanzar un nuevo disco como este.

En 1986, la movida musical estaba tan fragmentada como ahora. Pero al menos un poco más rastreable que ahora. Las tribus urbanas de punks, góticos, industriales, indies, rockabilly kids, ska a la two tone, hard rockers y más, ya tenían sus reglas y sus grupos insignias. Fueran ciudades como Nueva York, Londres, Madrid, París o Berlín, el diálogo generacional entre bandas y seguidores se daba en música, videos, frases, vestimentas y conciertos. Los discos, fueran en vinilo o en compacto o en casete, eran tesoros sonoros. Y el papel de los sellos independientes fue sin duda alguna, el de orientar y guiar a quienes interesados estaban en conocer bandas y artistas de distintas tendencias.

The Cramps tuvieron una camada interesante de seguidores quienes vieron en ellos una banda de culto, capaz de hacer que la vida girara alrededor de las series B y con este disco gozaron de una nueva camada de público. Corría 1986 y el new wave era un recurso de unos años atrás. Corría 1986 y el punk ya había sido apuñaleado. Corría 1986 y la segunda oleada del ska, ya había muerto. El rock divertido estaba intacto y era este disco de The Cramps. Deliciosas formas de alimentar el morbo con Can your pussy do the dog? What´s inside a girl? Cornfed dames y Hot pearl snatch. Una pregunta que nunca ha sido respondida se convierte en motivo suficiente para una canción: ¿A qué huelen vaginas de las mujeres?

www.youtube.com/watch?v=SE0FX7kKikU



Recent Updated: 6 years ago - Created by owai - View

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Flickr La pregunta, finalmente respondida
Tags: sixflags   fredflintstone   pedropicapiedra   sixflagsmexico   
Los Picapiedra no usan nada debajo de sus pieles
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Copyright and permission to use should be sought to the author - Pablo Rodriguez M
Flickr A quarta dimensão, descobrindo um novo mundo de orações respondidas - David Paul Yonggi Cho
Tags: aquartadimensão   descobrindoumnovomundodeoraçõesrespondidasdavidpaulyonggicho   
Ficha Técnica:
ISBN: 85-7367-180
Páginas: 160
Formato: 14x21cm
Categoria : Inspiração / Motivação
Acabamento: Brochura
Autor: David (Paul) Yongg cho

Descobrindo um novo mundo de orações respondidas

Esse livro instigante vai levá-lo a uma realidade acima do comum




# Um mundo de orações respondidas
# Um modo de vida criativo
# Uma fé dinâmica
# Uma comunhão verdadeira com Deus

“A iminência de minha morte levou-me à compreensão de que eu precisava de algo maior do que uma religião, mais profundo do que uma filosofia e mais alto do que a compaixão pelas tribulações da existência humana. Precisava de alguém que partilhasse minhas lutas e sofrimentos e,sobretudo, que me concedesse vitória. Mediante a leitura da Bíblia, descobri que esse alguém era o Senhor Jesus Cristo.”
David (Paul) Yonggi Cho

“Este livro apresenta verdades vitais, não só para o pastor e líder da igreja, mas também para cada homem e mulher do corpo de Cristo. É um guia espiritual para todos os cristãos que anseiam ter êxito na vida cristã. Escrita no estilo inimitável do dr. Cho, recomendo calorosamente a leitura dessa obra singular.”
John W. Houston, vice-presidente da Church Growth lnternational



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Flickr Y sus plegarias fueron respondidas u_u

Oh! Alá D:



Fotos de principio de año...

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Flickr Día 019: Algunas preguntas jamás serán respondidas
Tags: office   over   toiletpaper   microwave   100venezuela   
En la oficina...
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Flickr minhas cartinhas a serem respondidas.


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Flickr Lost - I - Kate Austin - 1280x1024 - One Of Us Is A Killer
Tags: lost   kate   evangelinelilly   tvseries   abc   serie   perdidos   wallpaper   photoshop   diseño   design   desktop   
“¿Haces tu mismo los Walls o los extraes de algún sitio?”...es una pregunta que ya me han hecho varias veces desde que empecé a subir material aquí. Definitivamente si, los hago yo mismo :D. Por supuesto, las imágenes que uso están recogidas de páginas de fans, sitios oficiales, scans… Por ello suelo dejar los links de aquellas direcciones que he usado para realizarlos, y también por ese mismo motivo la licencia que he escogido es abierta, lo que quiere decir que simplemente indico la autoría de la composición digital. Una vez hecha esta aclaración, que seguramente parecerá ultra pedante, aquí os dejo una ‘rendición’ a Kate Austin, también conocida como Evangeline Lilly y protagonista de la serie que más quebraderos de cabeza y preguntas no respondidas está sembrando entre nosotros, sufridos espectadores. ¿Qué no habéis visto Lost?...¿A qué estáis esperando?... La segunda temporada arranca el próximo 21 de Septiembre…y ahí estaré yo para devorar cada episodio pidiendo más. Enlaces recomendados: Foro Perdidos DreamersLost Media - LostZilla - Un consejo: si tenéis la oportunidad, mejor en Versión Original. 4,8,15,16,23,42…
Recent Updated: 8 years ago - Created by RodoR - View

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