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Flickr Paralympic Stadium ENGENHÃO - UNITED KINGDOM ENGENHO DE DENTRO - Rio 2016 Olympics - Rio de Janeiro - Brasil - PAN RIO 2007
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Foto do Estádio Engenhão no BAIRRO OLÍMPICO do ENGENHO DE DENTRO.

Durante a Olimpíada do Rio 2016 todas todas as Zonas do Rio irão participar com sedes e a Zona Norte terá o Maracanã e o Engenhão. A Zona Sul várias provas e a maioria das provas será na Zona Oeste.
A única Zona do Rio sem provas na Olimpíada o Rio será a Zona da Leopoldina onde fica a Penha, Olaria, Braz de Pina, Vigário Geral, etc.
Acho que o motivo foi segurança e infra estrutura de transporte.


International Olympic Committe.

The city of Rio de Janeiro has been elected as the Host City of the Games of the XXXI Olympiad in 2016 following a vote by the International Olympic Committee (IOC) Session. IOC President Jacques Rogge made the announcement at the close of the first day of meetings of the IOC’s 121st Session in Copenhagen, Denmark. Rio de Janeiro received 66 votes compared to Madrid’s 32 in the final round of voting.

A Sporting Celebration
Rio 2016 will provide the best possible environment for peak performances. Athletes will enjoy world-class facilities, including a superb village, all located in one of the world’s most beautiful cities, in a compact layout for maximum convenience. The competition venues will be clustered in four zones – Barra, Copacabana, Deodoro and Maracanã – and connected by a high-performance transport ring. Nearly half of the athletes will be able to reach their venues in less than 10 minutes, and almost 75 per cent will do so in less than 25 minutes. Of the 34 competition venues, of which 18 are already operational, eight will undergo some permanent works, seven will be totally temporary and nine are constructed as permanent legacy venues.

O Rio de Janeiro é a vitrine do Brasil e tem muitos atrativos: Réveillon em Copacabana, Carnaval, praia de Ipanema, Jardim Botânico, Maracanã, Feira de São Cristóvão, Corcovado, Pão de Açúcar, Mirante do Leblon, muitas praias e museus. Mas fotografar também tudo Isto é um grande divertimento.

UNITED KINGDOM OF ENGENHO DE DENTRO - Rio de Janeiro - Brasil

Recent Updated: 3 days ago - Created by ¨ ♪ Claudio Lara - FOTÓGRAFO - View

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Flickr Com a Penha. Muito obrigado!
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Recent Updated: 1 year ago - Created by Bikes And Spices - View

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Flickr A lua ilumina a Penha
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Recent Updated: 1 year ago - Created by Wander Oliveira Campos - View

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Flickr De role no BRT da Alvorada a Penha valeu o passeio mais agpra como passageiro
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Recent Updated: 1 year ago - Created by Paulo Felipe2011 - View

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Flickr É a #Penha, mané!!! #RiodeJaneiro #ZonaNorte #NaMadruga #ExperimentoCarioca #VIVALEVE
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Recent Updated: 2 years ago - Created by Experimento Carioca - View

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Flickr Porto de Maria Angu - Anos 30
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A região praieira da Penha, próxima aos mangues do Saco do Viegas (Na altura dos viadutos Lobo Júnior e Luzitânia), era chamada de “MARIANGU”, nome indígena de uma ave abundante no recôncavo da Baía de Guanabara. Nela surgiu o Porto de “Maria Angu” (Que ficava em Olaria, no final da rua Pirangi), do qual partiam embarcações para o centro do Rio de Janeiro colonial. A boa parte do litoral da Penha era composto por um grande manguezal, principalmente na altura da Lobo Júnior até o mercado São Sebastião. Antes dos grandes e sucessivos aterros, que se intensificou no final da década de 1950 e começo dos anos 60; era conhecido como a região a praia da moreninha e comunidade de pescadores. Nos dias de hoje este mesmo local é conhecido como favela de Vila Kelson's ou como Favela da Moreninha.

Parte da Fazendinha da Penha, onde localiza-se também a CEDAE foi o porto das barcas, ali já era um porto de um ramal ferroviário construído em 1890 pela Inspetoria de Obras Publicas, vindo da Estrada de Ferro Rio D'ouro em Vicente de Carvalho com extensão de 6 quilômetros para facilitar o transporte de gado vindo de santa cruz para o matadouro da Penha, criado aos poucos a partir de 1892 e o terreno foi totalmente comprado da Fazenda Grande da Penha em 1910, pelo Custódio Nunes (dono do matadouro).

Ainda no início do século XX, o Prefeito Pereira Passos instalou no Porto de “Maria Angu”, uma ponte para as barcas da Cantareira atracarem, ligando a Penha à Praça XV, com conexão para a Ilha do Governador. Os grandes aterros que ocorreram nesta área fizeram desaparecer toda a sua orla marítima e mais 2 ilhas pequenas como do anel e comprida. No lugar do litoral, foi aberta a avenida Brasil em 1947 (Na altura da penha) e o atual Complexo da Marinha (No começo da década 1960).

Na imagem, o Porto de Maria Angu, no começo da década de 30. Acervo: Internet.

Fonte: rioclick.blogspot.com.br/

Publicação Facebook: goo.gl/KpZdeu.

Recent Updated: 2 years ago - Created by CaminhosdeCascadura - View

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Flickr Climb Penha (Subir a Penha)
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www.instagram.com/helenacompadre/
Recent Updated: 2 years ago - Created by Helena Compadre - View

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Flickr # Ari Barroso 08
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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Filho do deputado estadual e promotor público João Evangelista Barroso e Angelina de Resende. Aos oito anos, órfão de pai e mãe, Ary foi adotado pela avó materna, Gabriela Augusta de Resende.

Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Flickr # Ari Barroso 09
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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
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Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
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Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Filho do deputado estadual e promotor público João Evangelista Barroso e Angelina de Resende. Aos oito anos, órfão de pai e mãe, Ary foi adotado pela avó materna, Gabriela Augusta de Resende.

Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Filho do deputado estadual e promotor público João Evangelista Barroso e Angelina de Resende. Aos oito anos, órfão de pai e mãe, Ary foi adotado pela avó materna, Gabriela Augusta de Resende.

Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Flickr EXPONI MOMENTS CAPÍTULO 2 - JOINVILLE (SC)

E a Penha não poderia ficar de fora e foi mostrar seu novo Double Class que é feito com ônibus DD. Eis a foto de um Marcopolo Paradiso G7 1800DD ocm chassi da Scania
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Flickr Intermunicipal RJ 158.011 - Comil Svelto 2000 Mercedes-Benz OF-1418
Tags: mercedesbenz   riodejaneirorj   comil   of1418   transporteintermunicipal   svelto2000   
Svelto da Intermunicipal, seguindo para a Penha pela 495L, sua única linha. Tradicionalíssima empresa da região, mas que vinha sofrendo sérios problemas financeiros, foi assumida em 2010 pelo grupo controlador da Fabio's, já que essa é uma linha estratégica, e que concorria com linhas da própria empresa-mãe. A frota é basicamente composta desses Svelto 1418, recebidos da Fabio's, e por 2 GranMidi, 0 Km, sobre OF-1721.
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Flickr Super Via - 500 correndo para a Penha Circular rumo a Gramacho.


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Flickr São Paulo - 1916 Bonde aparece o Bonde para operários - de passagem no Tatuapé indo para a Penha, em São Paulo.


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Flickr 024-2013-SES-15
Tags: estrela   serras   pedestrianismo   2013   
Chegando à Penha dos Abutres (2013)
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Flickr Cruziana a - Penha García (Portugal) - 02


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Flickr Penha Garcia ..... série les Azulejos ...

la suivante est Idanha-Velha , puis un club de loisirs à Penha Garcia

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Flickr Enseigne du restaurant le Javali ... le sanglier ... à Penha Garcia

où nous avons fêté notre départ avec des amis ... Les photos suivantes sont l´intérieur du restaurant . Ce restaurant est entièrement recouvert d´Azulejos intérieur et extérieur .....
La décoration des tables est manifique et la cuisine est bonne ....

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Flickr quadro natural com a penha de aguia
Tags: sea   mountain   portugal   leaves   landscape   frame   madeira   portela   penhadeaguia   
@portela, Madeira - Portugal
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Flickr Comunidade Santuário da Penha - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
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Quando os portugueses entraram na Baía de Guanabara, ficaram impressionados com sua beleza natural. Até hoje a cidade do Rio de Janeiro é chamada de "Cidade Maravilhosa".
A Penha não foge à regra. Os visitantes do Santuário ficam maravilhados com a paisagem que podem contemplar do lugar que Nossa Senhora escolheu para derramar suas bênçãos de Mãe sobre os moradores do Rio e todos aqueles que visitam o seu Santuário.

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Flickr Filme_4449_04
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"Demonstrando a minha fé, vou subir a Penha à pé..." || Rio de Janeiro - Brasil

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Flickr Estação Ferroviária de Lorena/SP
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Em 1869, foi constituída por fazendeiros do Vale do Paraíba a E. F. do Norte (ou E. F. São Paulo-Rio), que abriu o primeiro trecho, saindo da linha da SPR no Brás, em São Paulo, e chegando até a Penha. Em 12/05/1877, chegou a Cachoeira (Paulista), onde, com bitola métrica, encontrou-se com a E. F. Dom Pedro II, que vinha do Rio de Janeiro e pertencia ao Governo Imperial, constituída em 1855 e com o ramal, que saía do tronco em Barra do Piraí, Província do Rio, atingindo Cachoeira no terminal navegável dois anos antes e com bitola larga (1,60m). A inauguração oficial do encontro entre as duas ferrovias se deu em 8/7/1877, com festas. As cidades da linha se desenvolveram, e as que eram prósperas e ficaram fora dela viraram as "Cidades Mortas"... O custo da baldeação em Cachoeira era alto, onerando os fretes e foi uma das causas da decadência da produção de café no Vale do Paraíba. Em 1889, com a queda do Império, a E. F. D. Pedro II passou a se chamar E. F. Central do Brasil, que, em 1896, incorporou a já falida E. F. do Norte, com o propósito de alargar a bitola e unificar as 2 linhas. O primeiro trecho ficou pronto em 1901 (Cacheoira-Taubaté) e o trecho todo em 1908. Em 1957 a Central foi incorporada pela RFFSA. O trecho entre Mogi e São José dos Campos foi abandonado no fim dos anos 1980, pois a construção da variante do Parateí, mais ao norte, foi aos poucos provando ser mais eficiente. Em 31 de outubro de 1998, o transporte de passageiros entre o Rio e São Paulo foi desativado, com o fim do Trem de Prata, mesmo ano em que a MRS passou a ser a concessionária da linha. O transporte de subúrbios, existente desde 1914 no ramal, continua hoje entre o Brás e Estudantes, em Mogi e no trecho D. Pedro II-Japeri, no RJ.
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Flickr Incendio em favela a Penha, cerca de 100 barracos foram prejudicados

Foto: Tonny Campos / Todas as fotos incluídas neste site estão sob a LEI DO DIREITO AUTORAL Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Caso haja interesse em COPIAR / COMPARTILHAR alguma foto aqui vista, por gentileza entrar em contato.
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Flickr Incendio em favela a Penha, cerca de 100 barracos foram prejudicados

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Flickr Complexo do Alemão - Morro do Alemão
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Neste final de semana ocorreu a ocupação do Complexo da Maré e suas 15 favelas.
Acho um absurdo que se continue a usar tanques de Guerra pelas ruas da comunidade. Este fato já ocorreu em cinco outras comunidades e somente no Complexo da Penha é que aconteceu real enfrentamento com até um tanque sendo avariado.
Na invasão seguinte na Rocinha já não aconteceu resistência dos bandidos e a deste fim de semana no complexo da Maré, bairro vizinho da Penha, já era desnecessário o uso de tanques de Guerra. Os moradores devem morrer de medo só com a passagem deles pelas vielas e a população civil e trabalhadora não merece passar por esta intimidação que, jamais Seria aceita pela população dos Estados Unidos, por exemplo, É triste ver saber que isto ainda acontece. O bandido sabe quando perdeu e não é necessário intimidar a população civil.

Nas fotos o teleférico do Complexo do Alemão. A desigualdade continua grande até ente os conjuntos de favelas, pois na vizinha comunidade da Penha não existe teleférico e nem recebeu a quantidade de benefícios que seu vizinho.
Espero que o Estado entre no Complexo da Maré com seus serviços de saúde, educação e saneamento.
O Complexo do Alemão e o Dona Marta viraram até ponto turístico, mas a Penha continua abandonada e espero que isto não se repita no Complexo da Maré.

♪ ...
Se é pobre mais pobre fica
Vira bucha de balão ao som de funk

E apertada tua avenida
An an an a tua avenida
An an an

A cera foi tarrada
Não se admire

Tá no céu, não espere o tiro apenas Mire
...♫

♪ ≡ ♫ =♪ =♫ ≡ ♪ =♫

[ ♪ ] Música do dia : Reza Vela

Foto simples da Igreja da Penha.
Uma foto impactante da Igreja e num ângulo diferente é esta feita de helicóptero do Jornal O GLOBO..

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Flickr Guimarães - Visto desde a Penha

8mm
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Flickr Igreja de Nossa Senhora da Penha - Rio de Janeiro
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Historia da Festa da Penha - Ultima Parte

Encerrando a Trilogia de fotos da Igreja da Penha, com a ultima parte da historia da Festa da Penha que foi a segunda maior manifestação popular do Rio de Janeiro, ficando atras apenas do Carnaval..

Em contraste com o Padre Ricardo que vimos na publicação anterior, temos o Padre José Maria Alves da Rocha que o sucedeu. Este era bastante conservador e busca retirar da Festa, o seu conteúdo popular sob o pretexto de que “esta se transformara numa orgia, dando lugar a excessos, praticados em nome da Santa”. Para isto teria recorrido à força, apelando mesmo para a repressão policial. Além da proibição da venda de bebidas alcoólicas, foi impedida a presença de ranchos, blocos e rodas de batucada na Penha.

Inúmeros desmandos foram cometidos pelas forças repressivas sobre os populares, era quase uma operação de guerra. Muitos conflitos, durante vários anos, ocorriam no arraial e fora deste, por conta da intervenção malévola dos mantenedores da ordem.

Em 1907, os “sambas” foram permitidos, mas os pandeiros e os instrumentos foram proibidos. Os populares, porém, não se renderam, acompanhando o samba com as palmas das mãos ou, como no ano seguinte, batendo nas garrafas com um pedaço de pau.

O Jornal do Comércio, de 17 de outubro de 1910, informa que até às 3 horas, não teria havido nenhum distúrbio, mas à frente de um samba apareceu...a figura engomada e reluzente do preto Juventino, capoeira da Glória, afamado, e mais adiante fez duas letras de dança de velho..., que o levaram para o xadrez do posto.

Em 21 de outubro de 1912, o Jornal do Brasil, assumia a posição de que a polícia devia dar liberdade aos foliões, o samba, o batuque e as danças típicas eram apreciadas por pessoas de todas as classes que admiravam o desembaraço e a destreza dos nossos patrícios numa dança nacional tão apreciada até por estrangeiros.

Os populares criavam alternativas contra as proibições de sambas e batuques. Uma delas foi o desfile do grupo carnavalesco “Mistérios do Avermo”, com uma charanga, executando belos tangos e polkas que mereceram os mais vivos e calorosos aplausos. Outros, mais corajosos, resolveram enfrentar as proibições e cantar o samba em “Desafios”.

A pressão dos populares não foi em vão. Em 1916, o Chefe de Polícia, liberou a realização dos sambas e batuques, ponto alto das diversões populares da Festa. Inúmeros Ranchos e Grupos carnavalescos desfilaram, como o Rancho “A Flor das Marrecas”, onde Caninha cantava. Outros Grupos, “Rosa Branca” e o Bloco “Macaco Sabe Sabe Rompeu o Samba” deixavam a barraca da famosa Tia Ciata e percorriam o arraial, acompanhados de dezenas de foliões.

Os grupos musicais e os blocos carnavalescos cantando sambas e batuques, apesar das proibições que voltavam a cada ano, marcavam na Penha, a sua presença, assumindo definitivamente o seu espaço. A Festa da Penha tornou-se, assim, a festividade mais popular do Rio de Janeiro, depois do Carnaval.

Numa época em que ainda inexistia o rádio, a Penha, torna-se palco do lançamento de composições musicais e, segundo Heitor dos Prazeres, a aceitação dessas composições naquele evento tranqüilizavam seus autores, confessando ele próprio ter ficado conhecido a partir da Festa da Penha. Como ele, outros expoentes da Música Popular Brasileira eram, ali, figuras obrigatórias, como Sinhô, Caninha, Pixinguinha, Donga e João da Baiana. Muitas das músicas lançadas na referida festa transformaram-se em sucessos populares durante o Carnaval, funcionando a Penha como “avant-première” do mesmo.

Os trens eram colocados em horários extraordinários para atender a demanda.

A ressonância dessa festa era tão grande que a publicidade da época valia-se desse evento para divulgar seus produtos.

Em 1914, a Gazeta de Notícias, informava que o vira e o fado foram destronados em absoluto e agora o samba indígena e o maxixe requebrado do Brasil vão em pleno sucesso.

Diversos segmentos sociais passam a estar presentes na Penha. A influência negra foi decisiva. Ali armavam barracas com comidas típicas, muitas dirigidas pelas célebres tias baianas, as quais, juntamente com outras mulheres, tiveram um papel fundamental na organização da festa. Davam-se ainda as demonstrações de capoeira, as batucadas e as rodas de samba, verdadeiras manifestações de cultura dominante.

O 1º Concurso de Músicas Carnavalescas teria sido realizado na Penha em 1917, a partir do prélio travado entre Sinhô e Caninha.(fonte: Jornal Rio Suburbano/K@rioca

* Todas as fotos das sequencias estão abertas para visualização e comentarios, pois já foram publicadas anteriormente

Foto: Igreja de Nossa Senhora da Penha de França - Rio de Janeiro - Brasil

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Conforme a Lei 9.610/98, é proibida a reprodução total e parcial ou divulgação comercial ou não sem a autorização prévia e expressa do autor (artigo 29). ® Todos os direitos reservados.

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Flickr Festa da Penha - Igreja Nossa Senhora da Penha - Rio de Janeiro
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Começa oficialmente neste fim de semana a Festa da Penha, Uma das festas religiosas mais antigas do Brasil, a primeira comemoração é datada de 1640.

A festa da Penha já foi a segunda festa mais popular do Rio de Janeiro, perdendo apenas para o Carnaval.

Oficialmente ela foi instituida por Dom João VI em 8 de setembro de 1816, mas desde 1640 já havia uma grande romaria para a antiga capela, mas o seu apogeu foi no final do Seculo XIX e Inicio do Seculo XX.



O Jornal “Paiz” em 03 de outubro de 1897 informava:

Se antes dos comboios da Estrada de Ferro eram 50.000 os devotos, hoje não fica mentiroso quem os calcula em 120.000.

No Outubro do Ano Seguinte o Jornal do Comercio ja dizia:

“Desde manhã cedo, avultada massa de povo afluiu às estações da Estrada de Ferro Central e do Norte, onde os trens se sucederam literalmente carregados transportando a multidão de fiéis em demanda da tradicional festa.”

Já nesta época tudo no Brasil acabava em Carnaval e um fato curioso é que foi no Largo da Penha na época da Festa da Penha o 1º Concurso de Musicas Carnavalescas em 1917.

Nem todos compartilhavam essa euforia e anunciavam seus descontentamentos em relação a esta romaria meio profana que cruzava a cidade em direção a Penha. Intelectuais como Olavo Bilac era a favor a proibição desta "escandalosa e selvagem" Romaria...

Muitos chamavam de preconceito esse movimento contra a popularidade da Festa da Penha, mas alguns acreditavam que não deviam misturar uma festa religiosa com tamanha "orgia carnal"

A irmandade oficialmente se manteve afastada de toda confusão em relaçao esta batalha de ideais, desde do inicio a Irmandade se mantinha literalmente acima da Festa Popular de Danças que acontecia no Largo da Penha.

Enquanto os Ricos Comerciantes subiam ate o Templo, seus escravos que nesta epoca eram proibidos de subir ate o Santuario ficavam embaixo festejando a sua maneira e aqueles que tinham permissão de seus "bondosos" donos vendiam desde de comidas ate trabalho manuais, dizem que foi assim que as barraquinhas ja tão tradicionais da Festa da Penha teve ai o seu nascimento, tendo sua confirmação tradicional nas festividades anos mais tarde com as Bahianas e rodas de Batuques.


No periodo do final do imperio e inicio da Republica estava a frente da Irmandade o Capelão Padre Ricardo, el ate 1907, teve grande participação na vida da localidade. Foi “político” atuante, tendo papel importante na campanha abolicionista, quando em sua chácara acolheu escravos fugidos, passando esta a ser conhecida como “Quilombo da Penha”; Foi empresário, tendo sido proprietário de fábrica de tijolos onde hoje se encontra o bairro vizinho de Olaria. Empenhou-se em popularizar a Festa da Penha e foi no seu periodo que se teve inicio a reforma que conferiu a igreja uma arquitetura com tendencias NeoClassicas e NeoGoticas, a Fachada foi concluida pelo Arquiteto Portugues Luis Moraes Junior que tambem foi responsavel pelo projeto do Instituto Oswaldo Cruz (fonte: Jornal Rio Suburbano - Jornal do Comercio e K@rioca)

* A Foto principal foi tirada da Area de Serviço aqui de Casa, assim como algumas fotos da sequencia. Todas as fotos da sequencia estão abertas, pois ja foram publicadas anteriormente

Foto: Igreja Nossa Senhora da Penha de França - Penha - Rio de Janeiro - Brasil



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Flickr Roberto Pires caminha pela Penha
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Roberto Pires esteve fazendo uma caminhada no bairro onde reside desde que nasceu, a Penha. Passou por vários comércios e contou com o carinho e apoio dos comerciantes e moradores do bairro.


Acesse o nosso site: www.robertopires.com.br

Veja meus videos no youtube:
www.youtube.com/user/robertopiresrcc?feature=results_main

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Flickr 013/2012 : Praia Fluvial da Loriga
Tags: 7maravilhasdeportugal   lorigaportugal   praiasflubiais   
Candidata às 7 Maravilhas de Portugal.
Eu também já votei :)).

Loriga é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de área, 1 053 habitantes (2011) e densidade populacional de 28,8 hab/km². Tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.

Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha, entre as cotas 960m (Portela do Arão) e 1650m, junto à Lagoa Comprida.

Vista panorâmica de Loriga e do vale glaciar com o mesmo nome, semelhante a uma paisagem alpina.
É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária localização geográfica. Está situada a cerca de 770m de altitude, na sua parte urbana mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira da Nave e Ribeira de S.Bento, que se unem depois da E.T.A.R. para formarem a Ribeira de Loriga, um dos afluentes do Rio Alva.

Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo de centenas de anos e que transformou um vale rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.

Está dotada de uma ampla gama de infraestrutras físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1906, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício que se prevê concluído .
"Wikipédia"

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Flickr você vai à Penha?


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Flickr A Penha é o poder!


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Flickr Corridas automóveis de regresso à Penha

O Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto organiza nos próximos dias 20 e 21 de Setembro a Rampa da Penha II a contar para o CNM – Campeonato Nacional de Montanha.Será, muito provavelmente, nesta prova que vai ficar definido o Campeão Nacional de Montanha 2014 o que co...

nunodinisphotos.net/corridas-automoveis-de-regresso-a-penha/

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Flickr Miradouro do Lombo dos Palheiros, São Roque do Faial, Santana 1
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Vista para a Penha d`Águia
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Flickr Miradouro do Balcões, Santana 2
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Vista para a Penha d´Águia
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Flickr Que Deus te permita um ótimo final de semana!

ASSIM DIZ O SENHOR:
Serei uma coluna de fogo ao teu redor,
um martelo que esmiuça a penha, "
Com minhas armas derrubarei teus "
inimigos para que todos possam ver que
EU SOU teu ajudador.
Ungirei os umbrais da tua casa, o mal não
chegara a tua tenda, e todos enxergarão a
minha GLÓRIA descendo como chuva seródia
sobre tuas fazendas.
Sê Tu uma BENÇÃO, os rios alargarão, sua
parentela nunca terá sede ou fome porque
SOU EU TEU PASTOR nada lhe faltará.
Onde pisares brotará VIDA e com abundancia
tuas mãos multiplicará tua HERANÇA.
O azeite em ti depositarei,curará o emfermo e
tua Voz fara com que o cego olhe e contemple
as maravilhas que EU o teu SENHOR farei em
Tua Vida.
O vento se tornará uma brisa suave, o deserto
tu passarás comigo, pois te carregarei em meus
braços.porque se cumprirana tua caminhada o
remover do ESPIRITO SANTO..

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Flickr VIAÇÃO NOSSA SENHORA DA PENHA 35100 - BAGÉ (RS)

Marcopolo Paradiso G6 1350
Volvo B12R
Viação Nossa Senhora da Penha
35100
APM 6521
N/A
Bagé/RS
Setembro/2011
Fernando Nekrothik Siksaer

DETALHE:

FOTO EM FRENTE A MINHA CASA. O PROPRIETÁRIO DA CASA TRABLHAVA PARA A PENHA

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Flickr A subir a Penha...
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Flickr Loriga, Seia - 34/2011
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Loriga é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de área, 1 367 habitantes (2005) e densidade populacional de 37,51 hab/km². Tem uma povoação anexa, o Fontão. Faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela.
Loriga, situada na parte sudoeste da Serra da Estrela, encontra-se a 20 km de Seia, 80 km da Guarda e 320 km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens de montanha, entre as cotas 960m (Portela do Arão) e 1650m, junto à Lagoa Comprida.
Vista panorâmica de Loriga e do vale glaciar com o mesmo nome, semelhante a uma paisagem alpina.
É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária localização geográfica. Está situada a cerca de 770m de altitude, na sua parte urbana mais baixa, rodeada por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a Ribeira da Nave e Ribeira de S.Bento, que se unem depois da E.T.A.R. para formarem a Ribeira de Loriga, um dos afluentes do Rio Alva.
Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra construída ao longo de centenas de anos e que transformou um vale rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.
Está dotada de uma ampla gama de infraestrutras físicas e sócio-culturais, que abrangem todos os grupos etários, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1905, os Bombeiros Voluntários de Loriga, criados em 1982, cujos serviços se desenvolvem para lá dos limites da vila, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo, e a Escola Básica Dr. Reis Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo Quartel dos Bombeiros Voluntários, edifício que se prevê concluído durante o ano de 2011.

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Flickr Uma homenagem a Penha Arruda !!!!
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Flickr Guimaraes dende a Penha


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Flickr Caminho de mesa

Este foi para a Penha
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Flickr Olhando a Penha


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Flickr A Penha.

Um pouco do bairro muito famoso na zona da leopoldina do Rio de Janeiro, a Penha e o seu complexo
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Flickr A Penha... o Sol... a Baia...


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Flickr A paz sobrevoa a Penha


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Flickr Daniela

A paz sobrevoa a Penha
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Flickr A Historia da Festa da Penha (Parte 2 ) - Rio de Janeiro
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Continuando a Historia da Festa da Penha que foi a segunda maior manifestação popular do Rio de Janeiro, ficando atras apenas do Carnaval..

Em contraste com o Padre Ricardo, temos o Padre José Maria Alves da Rocha que o sucedeu. Este era bastante conservador e busca retirar da Festa, o seu conteúdo popular sob o pretexto de que “esta se transformara numa orgia, dando lugar a excessos, praticados em nome da Santa”. Para isto teria recorrido à força, apelando mesmo para a repressão policial. Além da proibição da venda de bebidas alcoólicas, foi impedida a presença de ranchos, blocos e rodas de batucada na Penha.

Inúmeros desmandos foram cometidos pelas forças repressivas sobre os populares, era quase uma operação de guerra. Muitos conflitos, durante vários anos, ocorriam no arraial e fora deste, por conta da intervenção malévola dos mantenedores da ordem.

Em 27 de outubro de 1913, o Jornal do Comércio iniciava seu noticiário sobre a Festa afirmando que, “para perturbar a ordem em que corriam os folguedos, surgiu, em lugar de gente que disto faz mister, uma patrulha do Batalhão Naval que ali fora para impedir desatinos por praças daquela corporação. Comandava a patrulha um sargento Galvão, indivíduo malvado e insolente que, armado de cacete distribuía pancada pelo povo, no que era seguido por seus subordinados.”
Em 1907, os “sambas” foram permitidos, mas os pandeiros e os instrumentos foram proibidos. Os populares, porém, não se renderam, acompanhando o samba com as palmas das mãos ou, como no ano seguinte, batendo nas garrafas com um pedaço de pau.

O Jornal do Comércio, de 17 de outubro de 1910, informa que até às 3 horas, não teria havido nenhum distúrbio, mas à frente de um samba apareceu...a figura engomada e reluzente do preto Juventino, capoeira da Glória, afamado, e mais adiante fez duas letras de dança de velho..., que o levaram para o xadrez do posto.
Em 21 de outubro de 1912, o Jornal do Brasil, assumia a posição de que a polícia devia dar liberdade aos foliões, o samba, o batuque e as danças típicas eram apreciadas por pessoas de todas as classes que admiravam o desembaraço e a destreza dos nossos patrícios numa dança nacional tão apreciada até por estrangeiros.

Os populares criavam alternativas contra as proibições de sambas e batuques. Uma delas foi o desfile do grupo carnavalesco “Mistérios do Avermo”, com uma charanga, executando belos tangos e polkas que mereceram os mais vivos e calorosos aplausos. Outros, mais corajosos, resolveram enfrentar as proibições e cantar o samba em “Desafios”.

A pressão dos populares não foi em vão. Em 1916, o Chefe de Polícia, liberou a realização dos sambas e batuques, ponto alto das diversões populares da Festa. Inúmeros Ranchos e Grupos carnavalescos desfilaram, como o Rancho “A Flor das Marrecas”, onde Caninha cantava. Outros Grupos, “Rosa Branca” e o Bloco “Macaco Sabe Sabe Rompeu o Samba” deixavam a barraca da famosa Tia Ciata e percorriam o arraial, acompanhados de dezenas de foliões.

Os grupos musicais e os blocos carnavalescos cantando sambas e batuques, apesar das proibições que voltavam a cada ano, marcavam na Penha, a sua presença, assumindo definitivamente o seu espaço. A Festa da Penha tornou-se, assim, a festividade mais popular do Rio de Janeiro, depois do Carnaval.

Numa época em que ainda inexistia o rádio, a Penha, torna-se palco do lançamento de composições musicais e, segundo Heitor dos Prazeres, a aceitação dessas composições naquele evento tranqüilizavam seus autores, confessando ele próprio ter ficado conhecido a partir da Festa da Penha. Como ele, outros expoentes da Música Popular Brasileira eram, ali, figuras obrigatórias, como Sinhô, Caninha, Pixinguinha, Donga e João da Baiana. Muitas das músicas lançadas na referida festa transformaram-se em sucessos populares durante o Carnaval, funcionando a Penha como “avant-première” do mesmo.

Os trens eram colocados em horários extraordinários para atender a demanda.

A ressonância dessa festa era tão grande que a publicidade da época valia-se desse evento para divulgar seus produtos.

Em 1914, a Gazeta de Notícias, informava que o vira e o fado foram destronados em absoluto e agora o samba indígena e o maxixe requebrado do Brasil vão em pleno sucesso.

Diversos segmentos sociais passam a estar presentes na Penha. A influência negra foi decisiva. Ali armavam barracas com comidas típicas, muitas dirigidas pelas célebres tias baianas, as quais, juntamente com outras mulheres, tiveram um papel fundamental na organização da festa. Davam-se ainda as demonstrações de capoeira, as batucadas e as rodas de samba, verdadeiras manifestações de cultura dominante.

O 1º Concurso de Músicas Carnavalescas teria sido realizado na Penha em 1917, a partir do prélio travado entre Sinhô e Caninha.

Fonte: Jornal Rio Suburbano & K@rioca

Fotos: Interior da Igreja da Penha - Rio de Janeiro - Brasil

* A Foto Principal e as fotos da primeira sequencia foram tiradas no ultimo dia da Festa da Penha de 2010, as fotos desta postagem são da chegada da imagem de Nossa Senhora da Penha de Franca em procissão ao Santario, Por isto o Altar esta vazio na Foto Principal

*As Fotos da segunda sequencia, foram tiradas em outras ocasiões e suas sequencias tem outras fotos mostrando o interior do Santuario, elas estão abertas pois ja foram postadas anteriormente

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Flickr Essa bolsa vai pra Lavínia
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A Penha Porto encomendou essa bolsa pra filha Lavínia, espero que ela ame a bolsa!! Fiz com muito carinho e espero que use por muitoooooo tempooo!!
Coloquei tule nas letrinhas em feltro para ver se não faz bolinhas, ou pelo menos que conserve por mais tempo o feltro lisinho... A Lavínia é que vai me dizer se deu certo.
Semana que vem deve estar chegando
lá em Valença-RJ.

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Flickr Penha Garcia- Idanha-a-Nova- Portugal
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Penha Garcia é uma freguesia portuguesa do concelho de Idanha-a-Nova, com 128,57 km² de área e 928 habitantes (2001). Altitude média: 480m.
A região é fértil em vestígios pré-históricos e romanos, estes últimos bem documentados nas ruínas da capela de S.Lourenço. De um castro lusitano, em que a serra de Penha Garcia é abundante, deve ter resultado a actual povoação. A penha, a ela sobraceira, deve ter sido fortificada desde a mais remota antiguidade. O seu altaneiro castelo deve ter sido mandado levantar por D. Sancho I que teve a clara intuição política de fortificar a Beira para a defesa do centro do País, contra os ínimigos seculares, o leonês que estava para lá do Erges e o mouro para lá do Tejo.

Penha Garcia recebeu Foral D.Afonso III, em 31 de Outubro de 1256. No documento se diz que se dá aos moradores de Penha Garcia o foro, usos e costumes de Penamacor. Realenga então, Penha Garcia assim continuou até ao tempo de D.Dinis, que em 1303 a doou aos Templários, na pessoa do seu mestre Vasco Fernandes. Dos Templários passou para Ordem de Cristo e, no século XVI, com a integração das ordens militares na coroa, volta novamente à posse régia. D.Manuel I concedera-lhe foral novo, em Santarém, a 1 de Junho de 1510. A sua comenda pertence, a partir do século XVII, à Casa do Conde de São Vicente da Beira. Foi couto do reino, ou de homiziados, que D.Maria I extinguiu (como todos os outros) por uma lei de 1790. Em 6 de Novembro de 1836, dava-se a extinção do concelho de Penha Garcia.
pt.wikipedia.org/wiki/Penha_Garcia

www.youtube.com/watch?v=zLim5Msq-l4

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Flickr # Ari Barroso 14
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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Filho do deputado estadual e promotor público João Evangelista Barroso e Angelina de Resende. Aos oito anos, órfão de pai e mãe, Ary foi adotado pela avó materna, Gabriela Augusta de Resende.

Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Flickr # Ari Barroso 17
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Ary de Resende Barroso - Ubá, 7 de novembro de 1903 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1964 foi um compositor brasileiro de música popular, autor de Aquarela do Brasil.

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Filho do deputado estadual e promotor público João Evangelista Barroso e Angelina de Resende. Aos oito anos, órfão de pai e mãe, Ary foi adotado pela avó materna, Gabriela Augusta de Resende.

Estudou teoria, solfejo e piano com a tia Ritinha. Com doze anos já trabalhava como pianista auxiliar no Cinema Ideal, em Ubá. Aos treze anos trabalhou como caixeiro da loja "A Brasileira" e com quinze anos fez a primeira composição, um cateretê "De longe".

Em 1920, com o falecimento do tio Sabino Barroso, ex-ministro da Fazenda, recebeu uma herança de 40 contos (milhões de reis). Então, aos 17 anos veio ao Rio de Janeiro estudar Direito, ali permanecendo sob a tutela do Dr. Carlos Peixoto.

Aprovado no vestibular, ingressa em 1921 na então Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Faculdade seria importante na consolidação da veia artística, esportiva e política.

Adepto da boemia, é reprovado na Faculdade, abandonando os estudos no segundo ano. Suas economias
exauriram o que o fez empregar-se como pianista no Cinema Íris, no Largo da Carioca e, mais tarde, na sala de espera do Teatro Carlos Gomes com a orquestra do maestro Sebastião Cirino. Tocou ainda em muitas outra
orquestras.

Em 1926 retoma os estudos de Direito, sem deixar a atividade de pianista. Dois anos depois é contratado pela orquestra do maestro Spina, de São Paulo, para uma temporada em Santos e Poços de Caldas. Nessa época, Ary resolve dedicar-se à composição. Compõe "Amor de mulato", "Cachorro quente" e "Oh! Nina", em parceria com Lamartine Babo, seu contemporâneo na Faculdade de Direito.

Em 1929 obtém, finalmente, o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais. Seu colega de Faculdade e grande incentivador, Mário Reis, grava "Vou a Penha" e "Vamos deixar de intimidades", que se tornou o primeiro sucesso popular.

Nos anos 1930, escreveu as primeiras composições para o teatro musicado carioca. Aquarela do Brasil teve a primeira audição na voz de Aracy Cortes e regravada diversas vezes no Brasil e no exterior. Recebeu o diploma da Academia de Ciências e Arte Cinematográfica de Hollywood pela trilha sonora do longa-metragem Você já foi à Bahia? (1944), de Walt Disney.

A partir de 1943, manteve durante vários anos o programa A hora do calouro, na Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro, no qual revelou e incentivou novos talentos musicais. Também trabalhou como locutor esportivo
(proporcionado momentos inusitados ao sair para comemorar os gols do seu time o CR Flamengo). Autor de
centenas de composições em estilos variados, como choro, xote, marcha, foxtrote e samba. Entre outras canções, compôs Tabuleiro da baiana (1937) e Os Quindins de Yayá (1941), Boneca de piche, etc.
Durante os a década de 1940 e a década de 1950 compôs vários dos sucessos consagrados por Carmen Miranda no cinema. Ao compor Aquarela do Brasil inaugurou o gênero samba-exaltação.

Ary Barroso também era locutor esportivo. Torcedor confesso do Flamengo, torcia descaradamente a favor do rubro-negro nas transmissões que eram feitas pelo rádio. Quando o Flamengo era atacado, ele dizia mensagens do tipo:"Ih, lá vem os inimigos. Eu não quero nem olhar.", se recusando claramente a narrar o gol do adversário. Quando o embate era realizado entre equipes que não fossem o Flamengo, sempre que saía um gol, primeiro ele narrava, e depois tocava uma gaita.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1964, de cirrose hepática decorrente de alcoolismo, e está enterrado no Cemitério São João Batista.

"Ary de Resende Barroso" Ubá "Rio de Janeiro" compositor brasileiro "música popular" "Aquarela do Brasil"
"Faculdade Nacional de Direito" advogado boemia malandragem samba "Carmen Miranda" "Francisco Alves" "Mário Reis" "Silvio Caldas" "Aracy Cortes" "A hora do calouro" "Rádio Cruzeiro do Sul" "Tabuleiro da baiana" "Os Quindins de Yayá" "Boneca de piche" Flamengo alcoolismo "locutor esportivo" "Walt Disney"

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Flickr Lili e a Bagueti...

Sem vcs a Penha ñ tem graça...
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Flickr Promovendo na C&A PENHA SP


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Flickr Penha
Tags: penha   
A Penha é um dos bairros mais antigos de São Paulo.
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Flickr "Demonstrando a minha fé vou subir a Penha ..."
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Igreja da Penha - Penha Church.
Rio de Janeiro (city) - Brasil (Brazil).

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Flickr
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A Penha
11.08.09

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Flickr
Tags: portugal   guimarães   apenha   
A Penha
11.08.09

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Flickr
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A Penha
11.08.09

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Flickr Tribute to #10
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everything and the rest
A Penha
11.08.09

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Flickr Com a Penha ao fundo
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O morro da Vila Medeiros, próximo à Avenida Nsa do Loreto, com os prédios da região da Penha e Vila Matilde e até alguns bairros como Pq do Carmo, Cidade Líder, Água Rasa (às vezes e nas partes mais altas). Já fora da zona urbanizada, aparece a Serra do Mar da região de Mogi das Cruzes e Bertioga, destacando o Pico Itaguacira, com 1196 m de altitude e a quase 70 km de distãncia.
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Flickr mar_+_pikoti_+_der__penha

sequenciando a penha___2xx9
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Flickr 01 Serra dos Borges - Passeio na Roça - Lugar lindíssimo ! Vale a penha conhece-lo.
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Flickr Hidro Avião

Lugar com vista muito romântica. Vale a penha conhecer.
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Flickr Loriga, O Coiso do Botelho e a Penha dos Abutres
Tags: snow   portugal   nature   europe   serradaestrela   loriga   

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Flickr Ruta a Penha, Brasil


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Flickr Iaiá, você vai à Penha?

"Iaiá, você vai à Penha?
Me leva ô, me leva...
Iaiá, você vai à Penha?
Me leva ô, me leva...

Eu vou tomar capricho
Meu bem, vou trabalhar
Eu tenho uma promessa a pagar

Essa promessa que eu tenho a pagar
É prá Santa Padroeira
Ela vai me ajudar..."


"Ô tindo-lelê,
ô tindo-lalá
deixa a caixa bater
deixa o congo rolar.

Menina que vai na frente
carrega sua bandeira
é pra santa milagrosa
é a nossa padroeira."

(Músicas das bandas de congo em homenagem à Nossa Senhora da Penha - Folclore local)


Um dos mais representativos cartões postais do Espírito Santo, o Convento da Penha recebe todos os anos milhares de turistas e romeiros que vão ao Santuário em busca da proteção e das graças através de Nossa Senhora das Alegrias. Sim, este é o nome "original" daquela que está representada no altar-mor no alto da penha e que hoje é a Padroeira dos Capixabas.

Tudo começou quando o frei franciscano Pedro Palácios trouxe em sua bagagem uma imagem de Nossa Senhora das Alegrias e a colocou em sua gruta, aos pés do morro. Conta a lenda que essa imagem por vezes desaparecia e sempre a encontravam no alto da pedra.

O religioso entendeu aquilo como um sinal da Virgem Maria para que ele providenciasse uma capela para ela. Foi então que se deu a construção do Convento da Penha, que no ano de 2008 festejou os seus 450 anos!

Independente de credos ou religiões, o local é muito bonito e proporciona uma das vistas mais privilegiadas de Vitória e Vila Velha.

Sejam todos muito bem vindos ao Espírito Santo!!!

Recent Updated: 7 years ago - Created by Aline Rauta - View

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Flickr Tábua de passar portátil
Tags: patchwork   costura   tábuadepassarportátil   
Esta foi mais uma das dicas da Ana de Bem olha...q.super dica foi essa!!!! ...comprei na Tok & Stok...

Foi um achado..ela é super útil..pq. quem faz patch está sempre usando o ferro..então já viu...ela é ótima não ocupa espaço..dá pra montar na mesa , na bancada da cozinha...mui amiga esta tábua....!!!
Eu indico !!!!!

Este é o Link da Ana de Bem.....
www.flickr.com/photos/21261921@N02/.....vale a penha conhecer...bjsss

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Flickr u11

a penha parace animada, como se fosse uma massa pulsante em perpétuo movimento, a partir do nascer do sol até o pôr do sol
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Flickr A Penha ao fundo
Tags: vitória   espíritosanto   junho2008   
Vitória - Espírito Santo
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Flickr ocupeacidade.
Tags: na   penha   rolê   
ocupe a penha!!!!!!!
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Flickr Ilha de Itaparica - Bahia - Brasil -
Tags: 2005   africa   minasgerais   riodejaneiro   de   mar   grande   capoeira   saopaulo   afro   social   2006   dos   bahia   salvador   paulo   veracruz   mestre   2008   jaime   gamboa   2009   ilha   historia   comunidades   cultura   regional   castor   anjos   2007   2010   angola   brasileira   oficinas   tradicional   baiano   itaparica   reconcavo   2011   aberto   capuera   tradicao   educacao   margrande   coletividade   titie   trabalhosocial   decendentes   budiao   cooperacao   deventoempopa   anjosdeangola   
A Penha.

FOTO:LEANDRO COURI/REFINARIA DA IMAGEM

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Flickr

foi a Penha que guardou esse vestido!
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Flickr A penha

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Foto by Mari. (:

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Flickr A penha

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Foto by Mari. (:

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Flickr descenso de O Tobogã, A Penha (fotograma)
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Flickr Visita à Penha com Miguel Perrela


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Flickr Vista de Guimarães sobre a Penha
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Flickr a penha
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Flickr a penha


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Flickr PENHA - ANOS 50

Parece inacreditavel, mas esse bairro com aspecto rural e tranqüilo é a agitadissima Penha, um dos bairos que compõem o suburbio da Leopoldina.

O nome Penha é oriundo da antiga fazenda dessa região que tinha esse nome.

Na foto temos a Igreja da Penha que fica no alto da colina que havia na fazenda que mencionei acima. A igreja é oriunda de uma antiga capelinha construida em 1632 pelo português Baltazar Abreu Cardoso. Anos depopis foi ampliada e em 1872 ganhou uma reforma que deu seu aspecto neo gótico. Passou por outra reforma entre 1903/06 que deu o seu atual aspecto.

OS predios são do conjunto construido pelo IAPI (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários). O IAPI foi criado no Estado Novo (Governo Vargas) e depois de 1945 começou a trabalhar em outros projetos, passando principalmente a financiar projetos de habitação popular nas grandes cidades.

O terreno que podemos ver que é um campinho de futebol, ficava entre a Penha e a Avenida Brasil. Logicamente não existe mais. Com certeza foi substituido pelas pistas da Avenida quando aumentada ou por outras construções.


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Flickr A Penha vista da Praia Grande
Tags: macau   macao   raem   
A igreja da Penha vista dos novos aterros da Praia Grande, em 2003.
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Flickr olhar sobre a penha

A praia perfeita sob o "ponto de vista" de Mayra
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Flickr PENHA - 1925

Inacreditavelmente esse é o bairro da Penha nos anos 20. Uma área rural, com mato, cavalos, sem casas, ruas movimentadas, e a população enorme que lá existe.

Da foto atualmente só temos a Igreja da Penha no alto de uma formação rochosa. Reza a lenda que a prieira ermida foi construida pelo português Baltazar de Abreu Cardoso que era proprietario de terras nessa região. Certa ocasião para se livrar de uma cobra pediu intercessão de Nossa Senhora da penha de França. para agradecer à ela mandou construir uma igrejinha no local. Depois de algumas reformas a Igreja tomou seu formato atual em 1872. Passou por uma ultima reforma entre 1903/1906.

Hoje a penha é um bairro muito populoso e com uam das maiores favelas da cidade, o perigosissimo Complexo do Alemão onde o reporter Tim Lopes foi assassinado.




"Quando todas as armas forem de propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades."
Benjamim Franklin

Voto: NÃO


(foto disponivel em tamanho maior)

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Flickr Vila da Penha
Tags: rio   norte   antigo   
Foto de 1928 que mostra o aspecto do Largo do Bicão.
A palavra Penha significa pedra e foram exatamente as pedras do Rio Irajá as responsáveis pela formação da VILA DA PENHA. É que elas formavam verdadeiras barreiras e se transformaram em obstáculos aos colonizadores, que navegavam com destino a IRAJÁ. Eles eram obrigados a interromper a viagem, onde é hoje a VILA DA PENHA, e prosseguir por terra. Com o tempo a VILA DA PENHA transformou-se em PORTO para as embarcações e parada obrigatória para a penetração rumo ao interior. Foi aí que começaram a surgir as pequenas casas, pomares e hortas que caracterizam a VILA DA PENHA a partir de 1600.
A expansão do bairro começou por volta de 1920, quando já existiam algumas fazendas com ENGENHOS DE AÇÚCAR e aguardente na região. Vários proprietários iniciaram, por conta da falência do sistema de produção de açúcar, o desmembramento e loteamento de seus terrenos. O LARGO DO BICÃO era um ponto tradicional, uma enorme BICA era utilizada para abastecer os lavradores e também cavalos e burros que serviam às explorações do interior.
O crescimento do bairro sofreu maior impulso com a construção do VIADUTO JOÃO XXIII, que liga a Penha Circular a Vicente de Carvalho e a implantação do projeto de saneamento, tudo na década de 60.
Fonte: "O Dia".

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Flickr Rua Uranos - Ramos
Tags: rio   ramos   norte   antigo   zonanorte   
As terras, que hoje formam o bairro de Ramos, pertenciam à família Fonseca Ramos, que cedeu uma faixa para colocar o trem, mas com a condição de fazer uma estação para a família quando essa viesse passar o fim de semana no sítio. Antes, era de São Francisco Xavier direto até a Penha. A estação foi inaugurada em 23 de outubro de 1886.
Ramos faz parte de uma área montanhosa, atrás do Morro do Alemão, tem uma série de serras, a serra da Misericórdia, por exemplo. Quando aconteceu o milagre de Nossa Senhora da Penha, em 1634, o governador da época deu uma faixa de terra para a Santa Casa de Misericórdia, que a abandonou. Tem o Morro de Caricó e outros que tem atrás do Morro do Alemão, que vão da Penha até Inhaúma. A área do Morro do Alemão pertencia à família Ferreira Rego. Existe um documento que mostra que ela comprou a área, assinado em 1821 e consta no Arquivo Nacional que estas terras pertenceram a esta família desde os tempos do Império até 1910. Joaquim Rego, morreu em 1896, sua viúva vendeu para o Joaquim Leandro da Mota (Quincas Leandro) por 40 contos de réis, 440 mil metros quadrados. Pegava da Rua Diomedes Trota até a Rua Antonio Rego, com frente para a Rua Uranos, o lote tinha 880 metros, cobria o morro do Alemão, o morro do Coricó, Itararé, Itaoca. E ele então urbanizou, abriu as ruas, colocou os nomes das famílias.
Ramos foi o primeiro bairro do subúrbio a receber a luz elétrica em sete de setembro de 1912. Foram colocadas na estação, na Rua Uranos e na Rua Cardoso de Moraes 60 lâmpadas de 60 velas.

Fonte: Favela tem memória.

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Flickr verde e amarelo é o dia da pátria
Tags: verdeeamarelo   canção   diadapatriaéverdeeamarelo   
large size é melhor ;)

Chegou a hora dessa gente bronzeada
Mostrar seu valor
Eu fui a Penha e pedi a padroeira
Para me ajudar
Salve o morro do vintém
Pindura a saia que eu quero ver
O Tio Sam tocar pandeiro
Para o mundo sambar

O Tio Sam está querendo
Conhecer a nossa batucada
Anda dizendo que o molho da baiana
Melhorou seu prato
Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará,
Na Casa Branca já dançou a batucada
Com Ioiô e Iaiá...
Brasil, Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros
Está na hora de sambar

Há quem sambe diferente
Noutras terras, outra gente
Num barulho de matar,...oi,
Batucada reuní vossos valores
Pastorinhas e cantores
Expressões que não tem par
Oh! Meu Brasil,
Brasil, esquentai vossos pandeiros
Iluminai os terreiros
Que nós queremos sambar


Brasil Pandeiro
(Assis Valente)


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Flickr A Penha

Essa é a Igreja da Penha. Lá de cima temos uma paisagem espetacular.
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Flickr Super Via - 700 correndo para a Penha Circular Rumo a Gramacho.


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Flickr Loriga, A Penha do Gato; Serra da Estrela; Portugal; Europe
Tags: snow   portugal   nature   europe   serradaestrela   guarda   loriga   seia   ilustrarportugal   

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